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Janio desmonta a farsa de Valeriodantas (*)
Do Conversa Afiada - Publicado em 13/12/2012
Cadê o Ministro Zavascki ? Já tomou posse ?
Saiu na Folha (**):
Janio de Freitas
A voz autorizada
Com a diversidade de fatos e personagens a que se refere, Valério saberia demais para que tudo seja verdade
Do
muito já escrito e dito sobre as acusações feitas por Marcos Valério,
não desmereço nem a habitual e sempre desmedida exploração política na
imprensa e na TV, mas a importância está no que disse Antonio Fernando
de Souza, ex-procurador-geral da República.
Foi divulgado no site
G1 e reproduzido a meio de um texto discreto no “Globo”, encabeçado
pela recusa do atual procurador-geral Roberto Gurgel a comentar as
acusações.
Eis um trecho representativo: “A informação que eu tive é que esse depoimento é baseado no ‘eu acho’, ‘eu vi’, ‘me disseram’.
Não
sei o que o Ministério Público Federal tem a fazer, mas pelo que vi não
tem nem o que fazer, porque não tem documentos, não tem data. Só tem a
fala, sem indicação de como confirmar isso, pelo que sondei”.
Quem
diz isso é o autor, quando procurador-geral, da denúncia formulada ao
Supremo para realizar-se o chamado julgamento do mensalão, e na qual o
ministro Joaquim Barbosa baseou o teor do seu relatório.
É,
ainda, alguém que “sondou”, obviamente na própria Procuradoria-Geral
detentora das acusações de Valério, e “teve informação” a respeito. Seu
conhecimento do material não vem, portanto, como o divulgado e utilizado
pelos meios de comunicação e políticos, de frases e trechos extraídos
por quem os quis em circulação.
Os ministros Joaquim Barbosa e
Marco Aurélio Mello, como previsível, recomendam a investigação das
acusações. De fato, não haveria motivo para deixar de fazê-la.
Se
bem que, pelo evidenciado ao ex-procurador-geral, investigar ainda seja
apenas espremer as palavras de Valério em busca ao menos de indícios,
que o Supremo sabe como transformar em consequências penais. É a
verificação que Roberto Gurgel, se não fez, não deixará de fazer.
Mas
o que já está divulgado fortalece a informação de Antonio Fernando de
Souza: com a diversidade de fatos secretos e de personagens a que se
refere, Marcos Valério saberia demais para que tudo seja verdade.
Conversas
entre Lula e Palocci, pormenores da morte de Celso Daniel, transações
financeiras na China, encontros com Lula e Dirceu, encontros de um com o
outro, autoria de medida provisória, projetos da Portugal Telecom -é
muito, e não é tudo. E só bombas -sem as necessárias espoletas.
Tratando-se
de um aventureiro, está muito bem. Faz o jogo dele quem quiser. Os
outros esperam pelo acréscimo de algo mais verossímil. Ou pela percepção
dos motivos de Marcos Valério para mais uma rodada do seu jogo.
SEM EXPLICAÇÃO
O
Supremo, em sua sessão de segunda-feira, discutiu matéria
constitucional. O já empossado ministro Teori Zavascki, que só não
votaria a matéria penal do mensalão, nem estava presente.
(*) Clique aqui para ler “Fala, Valério, fala !” – PHA
(**)
Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica
palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel
Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação;
da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de
“bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou
o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é, porque o dono é o que
é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos
torturadores.
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