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sexta-feira, 16 de maio de 2014
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
14/12/12
A dimensão de um homem

Eduardo Guimarães
Luiz Inácio Lula da Silva não é um santo. Tampouco é um demônio. É só
um homem como eu ou você. Mortal. Falível.
Imperfeito. E assim, como
qualquer ser humano, atravessa a vida lutando contra o lado obscuro da
alma – infestado por ódio, cobiça, medo, rancor, ciúme e tantos outros
sentimentos vis.
Todavia, um homem é o que faz de si. Escolhemos o que seremos e nos
tornamos prisioneiros ou detentores dessa escolha. Lula decidiu ser
detentor de suas escolhas de vida. E quando nossas escolhas nos
permitem realizar obras, colhemos os frutos. E quem os dá a nós são os
outros, de uma forma ou de outra.
Um comerciante bem sucedido é conhecido por honrar dívidas, praticar
preço justo e oferecer produto que valha o preço que cobra. Um bom
médico atrai a confiança e o respeito de pacientes e da comunidade
científica. Com um político não é diferente.
Lula entregou o que prometeu. Quando chegou ao poder, o Brasil era
muito pior do que é hoje. Poucos cometeriam o desatino de negá-lo. O
máximo que conseguem é atribuir os êxitos da era Lula a outro que não ao
próprio, ainda que os fracassos lhe sejam integralmente atribuídos.
Mas um homem que opta por trilhar o caminho do bom comerciante ou do
bom médico, que é também o do bom político, vai deixando amigos,
respeito e afeição pelo caminho. É o caso de Lula.
Há dois ou três dias, nas primeiras páginas de todos os jornais
estava sendo tratado como criminoso condenado. Reapareceu na França,
sorridente, sendo homenageado por toda a Europa, discutindo questões
globais de igual para igual com líderes das maiores potências.
Ao mesmo tempo, levantou-se, na sociedade, um clamor de protesto
contra a forma como está sendo tratado um homem que, diante do mundo,
conserva a dimensão de um estadista, sendo alvo dos ataques apenas de
políticos fracassados e empresários de mídia amigos deles.
Até o carrasco de correligionários de Lula, o ministro Joaquim
Barbosa, declarou seu respeito por ele. Entre o povo brasileiro, Lula
ainda é o mesmo que deixou o Palácio do Planalto em seus braços em 1º de
janeiro de 2011, aos oitenta por cento de aprovação.
Mas até isso seus inimigos negam. Colunistas da grande mídia falam
sobre a desmoralização que estaria sofrendo ao ser acusado por um
criminoso condenado em um processo em que até tentaram envolvê-lo, mas
que já termina sem que nada tenha sido apurado contra si.
Assim, inimigos assumidos e enrustidos querem outro processo contra
Lula.
E, imprudentemente confiantes, reconhecem – em colunas, editoriais
e até em reportagens – que a finalidade é impedir que ele chegue a 2014
em condições de disputar qualquer cargo ou de influir em favor de
qualquer candidato.
Se pesquisas que a direita midiática fará mais adiante apontarem
qualquer êxito do massacre acusatório – o que ela espera que aconteça
assim que a marionete que comanda a Procuradoria Geral da República
cumprir seu script e acusar Lula –, aí será a vez de Dilma.
Contudo, só o que se enxerga, até aqui, é que o conjunto de forças
que está se erguendo em favor do ex-presidente comprova como é sábio a
gente semear o bem, a verdade e a justiça.
Em algum momento da vida todos precisaremos de solidariedade. Ninguém
consegue receber tanta solidariedade quanto Lula está recebendo se for
um canalha. E quando um canalha se enfraquece, todos lhe viram as
costas. A dimensão de Lula foi ele quem construiu, e agora a estamos
vendo. E aprendendo.
LITURGIA DIÁRIA
Primeira leitura (Isaías 48,17-19)
Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012
São João da Cruz
Leitura do Livro do Profeta Isaías.
17Isto diz o Senhor, o teu libertador, o Santo de Israel: “Eu, o Senhor teu Deus, te ensino coisas úteis, te conduzo pelo caminho em que andas. 18Ah, se tivesses observado os meus mandamentos! 19Tua paz teria sido como um rio e tua justiça como as ondas do mar; tua descendência seria como a areia do mar e os filhos do teu ventre como os grãos de areia; este nome não teria desaparecido nem teria sido cancelado de minha presença”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
17Isto diz o Senhor, o teu libertador, o Santo de Israel: “Eu, o Senhor teu Deus, te ensino coisas úteis, te conduzo pelo caminho em que andas. 18Ah, se tivesses observado os meus mandamentos! 19Tua paz teria sido como um rio e tua justiça como as ondas do mar; tua descendência seria como a areia do mar e os filhos do teu ventre como os grãos de areia; este nome não teria desaparecido nem teria sido cancelado de minha presença”.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Salmo (Salmos 1)
Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012
São João da Cruz
— Senhor, quem vos seguir terá a luz da vida.
— Senhor, quem vos seguir terá a luz da vida.
— Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem junto aos zombadores vai sentar-se; mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
— Eis que ele é semelhante a uma árvore, que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
— Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispensada pelo vento. Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.
— Senhor, quem vos seguir terá a luz da vida.
— Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem junto aos zombadores vai sentar-se; mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
— Eis que ele é semelhante a uma árvore, que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
— Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispensada pelo vento. Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.
Evangelho (Mateus 11,16-19)
Sexta-Feira, 14 de Dezembro de 2012
São João da Cruz
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: 16“Com quem vou comparar esta geração? São como crianças sentadas nas praças, que gritam para os colegas, dizendo: 17‘Tocamos flauta e vós não dançastes. Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!’
18Veio João, que não come nem bebe, e dizem: ‘Ele está com um demônio’. 19Veio o Filho do Homem, que come e bebe e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e de pecadores’. Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus às multidões: 16“Com quem vou comparar esta geração? São como crianças sentadas nas praças, que gritam para os colegas, dizendo: 17‘Tocamos flauta e vós não dançastes. Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!’
18Veio João, que não come nem bebe, e dizem: ‘Ele está com um demônio’. 19Veio o Filho do Homem, que come e bebe e dizem: ‘É um comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e de pecadores’. Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
dezembro 14th, 2012
Depois de Jesus ter exaltado a pessoa de João Batista, agora Ele se
volta para a multidão e lhes dirige uma pequena e rústica parábola das
crianças nas praças. O Senhor reconhecia em João Batista um profeta que
abria novos caminhos em face da rígida e opressora religião do Templo de
Jerusalém e das sinagogas. Jesus se fez discípulo de João, recebendo
seu batismo e, depois, Ele próprio, inicia seu ministério com o mesmo
anúncio do Batista: “Arrependei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.
Na elementar parábola narrada por Jesus, um grupo de crianças tenta se comunicar com outro grupo, com brincadeiras de alegria ou tristeza, porém, o outro grupo os rejeita. Então, o próprio Jesus passa a explicá-la.
João Batista fez seu anúncio da conversão de maneira austera, nas regiões desérticas do Jordão, e foi acusado de “ter um demônio”. Jesus, por sua vez, anunciando a chegada do Reino dos Céus de maneira simples e comum, no meio do povo, comendo com os pecadores e publicanos, é chamado de “comilão e beberrão”. Os chefes religiosos, que veem em João e em Jesus uma ameaça ao seu poder, procuram difamá-los diante do povo. Porém, o povo reconhece a sabedoria da mensagem de Jesus e a recebe com alegria e esperança.
“Mas que gente difícil aquela, a quem Jesus fora enviado!” Afinal, eles haviam recusado a sabedoria de Deus – que primeiro se apresentara no ascetismo de João Batista – e depois a condescendência de Jesus para com os pecadores e excluídos do seu tempo. Corremos o risco de dizer isto a respeito daquela gente do tempo de Jesus. Não será que Jesus nos está dirigindo também a mesmíssima mensagem?
Vivemos um tempo muito forte em críticas, muitas vezes, infundadas. Críticas “sem pés nem cabeça”. E, como ontem, Jesus continua insistentemente dizendo: “Com quem vou comparar esta geração?”
Cristo se apresentou aos homens com uma nova mensagem: mensagem do amor, da paz, da justiça, da partilha, da solidariedade, da reconciliação e, sobretudo, da misericórdia. Mas Ele não foi compreendido e acolhido. Somente os simples, os humildes, os disponíveis, os amigos da Verdade a Ele aderiram, reconhecendo n’Ele o ponto de chegada de toda a Lei e os Profetas. Os outros, principalmente os chefes do povo, puseram-se contra Ele e o rejeitaram.
Todavia, por ser forte, Jesus soube compreender os fracos e os reerguer, dando-lhes uma nova dignidade de viver entre os irmãos. Se, enquanto fracos, condenavam os outros, agora, fortalecidos por Cristo e com Cristo, eles devem perdoar para que permaneçam sempre fortes. Já que os fracos condenam e os fortes perdoam.
Peçamos a Jesus que nos ensine a perdoar para sermos a geração dos fortes, a fim de suportarmos as fraquezas dos mais débeis como nos ensina São Paulo. E que São João da Cruz, cuja memória celebramos no dia de hoje, ajude-nos e interceda por nós para que saibamos suportar os sofrimentos e, neles, descubramos o mistério da Cruz de Cristo, que é a fonte da nossa Salvação.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2012/12/14/voce-tem-compreendido-e-acolhido-a-mensagem-de-jesus/
Na elementar parábola narrada por Jesus, um grupo de crianças tenta se comunicar com outro grupo, com brincadeiras de alegria ou tristeza, porém, o outro grupo os rejeita. Então, o próprio Jesus passa a explicá-la.
João Batista fez seu anúncio da conversão de maneira austera, nas regiões desérticas do Jordão, e foi acusado de “ter um demônio”. Jesus, por sua vez, anunciando a chegada do Reino dos Céus de maneira simples e comum, no meio do povo, comendo com os pecadores e publicanos, é chamado de “comilão e beberrão”. Os chefes religiosos, que veem em João e em Jesus uma ameaça ao seu poder, procuram difamá-los diante do povo. Porém, o povo reconhece a sabedoria da mensagem de Jesus e a recebe com alegria e esperança.
“Mas que gente difícil aquela, a quem Jesus fora enviado!” Afinal, eles haviam recusado a sabedoria de Deus – que primeiro se apresentara no ascetismo de João Batista – e depois a condescendência de Jesus para com os pecadores e excluídos do seu tempo. Corremos o risco de dizer isto a respeito daquela gente do tempo de Jesus. Não será que Jesus nos está dirigindo também a mesmíssima mensagem?
Vivemos um tempo muito forte em críticas, muitas vezes, infundadas. Críticas “sem pés nem cabeça”. E, como ontem, Jesus continua insistentemente dizendo: “Com quem vou comparar esta geração?”
Cristo se apresentou aos homens com uma nova mensagem: mensagem do amor, da paz, da justiça, da partilha, da solidariedade, da reconciliação e, sobretudo, da misericórdia. Mas Ele não foi compreendido e acolhido. Somente os simples, os humildes, os disponíveis, os amigos da Verdade a Ele aderiram, reconhecendo n’Ele o ponto de chegada de toda a Lei e os Profetas. Os outros, principalmente os chefes do povo, puseram-se contra Ele e o rejeitaram.
Todavia, por ser forte, Jesus soube compreender os fracos e os reerguer, dando-lhes uma nova dignidade de viver entre os irmãos. Se, enquanto fracos, condenavam os outros, agora, fortalecidos por Cristo e com Cristo, eles devem perdoar para que permaneçam sempre fortes. Já que os fracos condenam e os fortes perdoam.
Peçamos a Jesus que nos ensine a perdoar para sermos a geração dos fortes, a fim de suportarmos as fraquezas dos mais débeis como nos ensina São Paulo. E que São João da Cruz, cuja memória celebramos no dia de hoje, ajude-nos e interceda por nós para que saibamos suportar os sofrimentos e, neles, descubramos o mistério da Cruz de Cristo, que é a fonte da nossa Salvação.
Padre Bantu Mendonça
http://blog.cancaonova.com/homilia/2012/12/14/voce-tem-compreendido-e-acolhido-a-mensagem-de-jesus/
Por que só o do PT ?
OS MENSALÕES NÃO JULGADOS
PGR e o STF – terão que se debruçar sobre outros casos e julgá-los de acordo com os mesmos critérios, para comprovar isonomia e para explicitar para os operadores de direito que a jurisprudência, de fato, mudou e não é seletiva.
É bonito ouvir um Ministro do STF afirmar que a condenação do “mensalão” (do PT) mostra que não apenas pés-de-chinelo que são condenados. Mas e os demais?
Alguns desses episódios:
1 - O mensalão tucano, de Minas Gerais, berço da tecnologia apropriada, mais tarde, pelo PT.
2 - A compra de votos para a reeleição de FHC. Na época houve pagamento através da aprovação, pelo Executivo, de emendas parlamentares em favor dos governadores, para que acertassem as contas com seus parlamentares.
3 - Troca de favores entre beneficiários da privatização e membros do governo diretamente envolvidos com elas. O caso mais explícito é o do ex-Ministro do Planejamento José Serra com o banqueiro Daniel Dantas. Dantas foi beneficiado por Ricardo Sérgio – notoriamente ligado a Serra.
4 - O próprio episódio Satiagraha, que Dantas conseguiu trancar no STJ (Superior Tribunal de Justiça), por meio de sentenças que conflitam com a nova compreensão do STF sobre matéria penal.
5 - O envolvimento do Opportunity com o esquema de financiamento do “mensalão”. Ao desmembrar do processo principal e remetê-lo para a primeira instância, a PGR praticamente livrou o banqueiro das mesmas penas aplicadas aos demais réus.
6 - Os dados levantados pela CPI do Banestado, de autorização indevida para bancos da fronteira operarem com contas de não-residentes. Os levantamento atingem muitos políticos
proeminentes.
Luis Nassif
14/12/12
A dimensão de um homem
Eduardo Guimarães
Luiz Inácio Lula da Silva não é um santo. Tampouco é um demônio. É só
um homem como eu ou você. Mortal. Falível. Imperfeito. E assim, como
qualquer ser humano, atravessa a vida lutando contra o lado obscuro da
alma – infestado por ódio, cobiça, medo, rancor, ciúme e tantos outros
sentimentos vis.
Todavia, um homem é o que faz de si. Escolhemos o que seremos e nos
tornamos prisioneiros ou detentores dessa escolha. Lula decidiu ser
detentor de suas escolhas de vida. E quando nossas escolhas nos
permitem realizar obras, colhemos os frutos. E quem os dá a nós são os
outros, de uma forma ou de outra.
Um comerciante bem sucedido é conhecido por honrar dívidas, praticar
preço justo e oferecer produto que valha o preço que cobra. Um bom
médico atrai a confiança e o respeito de pacientes e da comunidade
científica. Com um político não é diferente.
Lula entregou o que prometeu. Quando chegou ao poder, o Brasil era
muito pior do que é hoje. Poucos cometeriam o desatino de negá-lo. O
máximo que conseguem é atribuir os êxitos da era Lula a outro que não ao
próprio, ainda que os fracassos lhe sejam integralmente atribuídos.
Mas um homem que opta por trilhar o caminho do bom comerciante ou do
bom médico, que é também o do bom político, vai deixando amigos,
respeito e afeição pelo caminho. É o caso de Lula.
Há dois ou três dias, nas primeiras páginas de todos os jornais
estava sendo tratado como criminoso condenado. Reapareceu na França,
sorridente, sendo homenageado por toda a Europa, discutindo questões
globais de igual para igual com líderes das maiores potências.
Ao mesmo tempo, levantou-se, na sociedade, um clamor de protesto
contra a forma como está sendo tratado um homem que, diante do mundo,
conserva a dimensão de um estadista, sendo alvo dos ataques apenas de
políticos fracassados e empresários de mídia amigos deles.
Até o carrasco de correligionários de Lula, o ministro Joaquim
Barbosa, declarou seu respeito por ele. Entre o povo brasileiro, Lula
ainda é o mesmo que deixou o Palácio do Planalto em seus braços em 1º de
janeiro de 2011, aos oitenta por cento de aprovação.
Mas até isso seus inimigos negam. Colunistas da grande mídia falam
sobre a desmoralização que estaria sofrendo ao ser acusado por um
criminoso condenado em um processo em que até tentaram envolvê-lo, mas
que já termina sem que nada tenha sido apurado contra si.
Assim, inimigos assumidos e enrustidos querem outro processo contra
Lula.
E, imprudentemente confiantes, reconhecem – em colunas, editoriais
e até em reportagens – que a finalidade é impedir que ele chegue a 2014
em condições de disputar qualquer cargo ou de influir em favor de
qualquer candidato.
Se pesquisas que a direita midiática fará mais adiante apontarem
qualquer êxito do massacre acusatório – o que ela espera que aconteça
assim que a marionete que comanda a Procuradoria Geral da República
cumprir seu script e acusar Lula –, aí será a vez de Dilma.
Contudo, só o que se enxerga, até aqui, é que o conjunto de forças
que está se erguendo em favor do ex-presidente comprova como é sábio a
gente semear o bem, a verdade e a justiça.
Em algum momento da vida todos precisaremos de solidariedade. Ninguém
consegue receber tanta solidariedade quanto Lula está recebendo se for
um canalha. E quando um canalha se enfraquece, todos lhe viram as
costas. A dimensão de Lula foi ele quem construiu, e agora a estamos
vendo. E aprendendo.
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