domingo, 28 de fevereiro de 2010

LULA NÃO ENTENDE NADA.

Por Pedro Lima *

FHC, o farol, o sociólogo, entende tanto de Sociologia quanto o governador de São Paulo, José Serra, entende de economia. Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de miseráveis e pobres à condição de consumidores; e que também não entende de economia; pagou as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.
Lula, o analfabeto, que não entende de educação, criou mais escolas e universidades que seus antecessores juntos [14 universidades públicas e entendeu mais de 40 campi], e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade [meio milhão de bolsa para pobres em escolas particulares].
Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas, elevou o salário mínimo de 64 para mais de 291 dólares [valores de janeiro de 2010],e não quebrou a previdência como queria FHC.
Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o PIG-Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.
Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis [maior programa de energia alternativa ao petróleo do planeta].
Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8 [criou o G-20].
Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu; mandou às favas a ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista. Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.
Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos) uma mulher no cargo de primeira ministra, e que pode inclusive, fazê-la sua sucessora.
Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.
Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC; antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir; e hoje o PAC é um amortecedor da crise.
Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde no trimestre [como também na linha branca de eletrodomésticos].
Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais; é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual [o melhor do mundo para o Le Monde, Times, News Week, Financial Times e outros...].
Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um brucutu, já tinha empatia e relação direta com George Bush - notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com Barack Obama.
Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador; é amigo do tal John Sweeny [presidente da AFL-CIO - American Federation Labor-Central Industrial Congres - a central de trabalhadores dos Estados Unidos, que lá sim, é única...] e entra na Casa Branca com credencial de negociador e fala direto com o Tio Sam lá, nos "States".
Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa; é ator da [maior] mudança geopolítica das Américas [na história].
Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.
Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas; faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.
Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.
Lula, que não entende nada de nada; é bem melhor que todos os outros.

* Economista e professor de economia da UFRJ



COMPANHEIRO DA ESPERANÇA.


Companheiros,
Na década de 20 do século passado, o líder comunista Luiz Carlos Prestes liderou uma coluna revolucionária Brasil a fora. Sua luta pelo povo e contra a burguesia que controlava os oligopólios políticos e econômicos que dominavam o País, fez com que fosse chamado de “O Cavaleiro da Esperança”, e assim passasse à história.
Na primeira década do Séc. XXI, um outro homem está passando à história brasileira e mundial pela mesma luta, só que, em vez de armas, usa a palavra e a habilidade política.
O companheiro Luiz Inácio Lula da Silva - que já foi chamado de “O Pai dos Pobres” e de “O Filho do Brasil” por tudo que já fez por todos os brasileiros, em especial pelos menos favorecidos – talvez não tenha a exata noção, por estar no centro do poder, do carinho e da afeição que o povo brasileiro lhe dedica. E esses sentimentos são tão fortes e tão espontâneos que são encontrados mesmo em pessoas que nunca haviam votado no PT até agora, pelos mais diversos motivos.
Contextualizando essa mudança de atitude em alguns segmentos de eleitores antes avessos ao nosso partido, é possível se tomar o caso do PNBL e, principalmente, da reativação da Telebrás como exemplo. Ao defender a volta da empresa e pregar que, no Brasil atual, as estatais devem ser lucrativas, para que possam reinvestir os lucros em prol do povo, Lula está proporcionando a maior inclusão no mercado de ações jamais vista neste país.
Milhares de brasileiros com pequenas poupanças, principalmente jovens estudantes e trabalhadores de poucas posses, estão investindo seus tostões em ações da Telebrás. Seguros de que a palavra do Presidente é uma só, investem na esperança de que a empresa cresça e se fortaleça, contribuindo em muito para o Brasil e rendendo-lhes bons frutos no futuro. No entender de muitos destes, ser “sócio do Brasil” é um privilégio e uma garantia para os anos vindouros, pois o País, com Lula à frente, é uma “empresa” com a melhor administração de todos os tempos e, com Dilma na sequência, há de continuar assim e se fortalecer ainda mais.
Para a militância, é um orgulho ver o nosso partido liderar iniciativas que promovam, mesmo que de forma indireta, a inclusão do povo em setores antes dominados pelas oligarquias. Para toda a população é um orgulho ver seu Presidente ser aclamado como “Estadista Global” pelo mundo todo, inclusive por aqueles que antes lhe torciam o nariz e que agora a ele se curvam.

Por estas e por tantas outras, o ano de 2010 irá reservar uma grande surpresa eleitoral para a oposição e redundar em uma expressiva vitória da companheira Dilma, mesmo que as pesquisas até agora não reflitam este fato. É sabido, no Brasil, que a “maioria silenciosa” só se manifestará quando for às urnas - e isso só acontecerá em outubro.

Lula, Dilma e o PT estão no rumo certo, e as urnas irão refletir isso. Assim, quando passar a faixa presidencial à companheira Dilma, transmitindo-lhe a liderança de um País forte e pujante, Lula há de entrar para a história com um novo apelido: “O Companheiro da Esperança”!
Um abraço e DILMA 2010!
Recebi por e-mail do companheiro Roberto Carvalho
robertocarvalhors@gmail.com
Blog da Dilma.


DEP. EMILIANO JOSÉ: Em pronunciamento na Câmara Federal (dia 24), o deputado Emiliano José (PT-BA) destacou que, entre 1909 e 2003, foram construídas 140 escolas técnicas no Brasil, e que o Governo Lula vai entregar, em oito anos, 214 novas escolas técnicas. “Pode-se dizer, com tranquilidade, que nunca na história deste País o ensino profissional foi tão valorizado como soube fazer o Governo Lula. Por menos que queiram nossos adversários, essa é a verdade alvissareira para a juventude e para o povo brasileiro”, disse o deputado, reforçando que esses dados foram retirados de um artigo publicado na revista Teoria e Debate, editada pela Fundação Perseu Abramo, assinado por Eliezer Pacheco, secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação.
O parlamentar lembrou que em 1909 o presidente Nilo Peçanha criou as primeiras 19 escolas técnicas brasileiras. “Eram as chamadas escolas de aprendizes artífices. Quando o Brasil encontrava-se no que se poderia chamar de ante-sala da industrialização. Há pouco mais de um século, portanto, iniciava-se o ensino técnico ou a educação profissional no País”.
Segundo o deputado, o próprio Eliezer Pacheco diz em seu texto que as instituições federais de educação profissional e tecnológica haviam sido literalmente desmanteladas pelo governo do professor Fernando Henrique Cardoso. “O professor dedica-se a matar a educação profissional no País. FHC quase inviabilizou a educação profissional e tecnológica no País. Triste, mas verdadeiro”.
Emiliano disse ainda que o governo FHC chegou a editar uma lei, a de número 9.649/98, destinada a barrar a criação de novas escolas técnicas federais. “O governo do operário Lula é que alterou essa legislação criminosa para ter condições de lançar o plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Isso significa abrir as portas do mundo para a juventude brasileira, para milhares e milhares de jovens brasileiros”.
A rede é composta por 38 institutos, com 354 campi espalhados por todo o Brasil com atuação no ensino médio integrado ao técnico, em licenciaturas e cursos superiores de tecnologia ou bacharelados tecnológicos, podendo ainda oferecer especializações, mestrados e doutorados profissionais. “O governo Lula olha com carinho para sua juventude, com esperança, tem os olhos no presente e no futuro. Com essa prioridade para o ensino profissional e tecnológico, e dando qualidade e consistência a essa rede, prepara a nossa juventude para enfrentar os desafios de uma sociedade em mudança permanente e que neste momento enfrenta um intenso processo de desenvolvimento sob a direção do presidente Lula”, ressaltou. Leia na íntegra acessando o site do Dep. Emiliano.



Os cadernos de economia dos jornais e blocos de comentários econômicos na TV deveriam vir com a tarja vermelha: Seguir conselhos do PIG (imprensa grande) pode fazer mal ao bolso.

No auge da crise, no início de 2009, quando o Ministro da Fazenda Guido Mantega, trocou o presidente do Banco do Brasil (BB), e deu uma guinada na orientação do Banco, para ganhar mais em escala, com spreads menores, a colunista urubóloga Miriam Leitão veio com a velha ladainha: o governo estaria politizando o Banco, o que prejudicaria os lucros do banco e, consequentemente, seus acionistas.

Quem acreditou na urubóloga, e vendeu suas ações, perdeu dinheiro.

Como anunciado ontem, o BB teve lucro recorde e histórico.



PAÍSES AFRICANOS HOMENAGEARÃO PRESIDENTE LULA

Praia (Cabo Verde) - A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) vai prestar homenagem à política africana do Presidente Lula durante uma cimeira especial prevista para o primeiro semestre de 2010 na Praia, em Cabo-Verde, aunciou o ministro caboverdiano dos Negócios Estrangeiros, José Brito.

"O Presidente Lula foi o artesão da nova dinâmica notada hoje nas relações entre o Brasil e os Estados da África Ocidental. Razoavelmente, a CEDEAO decidiu render-lhe uma homenagem solene durante uma cimeira extraordinária", indicou o responsável caboverdiano durante uma entrevista.

Ao apresentar alguns aspectos da nova política africana do Brasil, Brito sublinhou o reforço da rede diplomática brasileira em África.

"O Brasil abriu embaixadas em vários países em África, ele assinou importantes acordos com os países do continente em matéria de energia renovável e de agricultura. É totalmente normal que a África Ocidental reconheça estes esforços", prosseguiu o chefe da diplomacia caboverdiana.

Ele desejou além disso que as relações excelentes entre o Brasil e a África Ocidental sirvam de ponte para o reforço da cooperação entre África e todos os Estados da América Latina.

"Com uma forte população de origem africana, o Brasil é particularmente sensível às questões que afectam o continente. Nós desejamos aproveitar a sua liderança para reforçar as relações entre África e os países da América Latina. E porque não entre o nosso continente e todos os países emergentes", disse ainda Brito. Leia mais aqui.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

São Paulo segue ‘colhendo’

É importante que o país todo entenda por que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM/SP), teve os seus três últimos anos de mandato “cassados” e, agora, “descassados” pela Justiça Eleitoral, pois cabia recurso. É importante porque, como já aconteceu na capital paulista, outro apadrinhado de um cacique político (do governador José Serra) resulta em prejuízos extremos para a mais complicada cidade do país.



Antes de prosseguir, porém, há que explicar por que São Paulo é “a cidade mais complicada do país”. Simplesmente porque governar esta cidade é como governar um país inteiro. A população da capital paulista é igual ou superior às de vários países menores sul-americanos, e a da grande São Paulo é quase do tamanho da população de um Peru ou de uma Venezuela.



São Paulo é uma cidade marcada talvez pelas mais evidentes assimetrias sociais do país, pois templos de luxo e de consumismo ou palácios exuberantes dignos de reis convivem com uma pobreza literalmente africana – e, aqui, cabe esclarecer que não vai nenhum preconceito quanto à África, que, de alguma maneira, se desenvolve, mas repúdio à afronta da miséria imensa que há séculos persiste naquele continente.



O sentido do texto, porém, é o de demonstrar o que o povo paulistano está colhendo de sua reiterada mania de escolher mal seus prefeitos, tendo que, a cada oito anos, eleger uma mulher de esquerda para pôr ordem na casa, só para entregar essa “casa”, mais adiante, a outro picareta que passa sobre a cidade como uma nuvem de gafanhotos.



Aconteceu com Jânio Quadros. Tivemos que eleger Luiza Erundina para apanhar da maioria preconceituosa de paulistanos, hipnotizada por nossos jornais-bíblias, e para nos consertar nossa burrada. Aconteceu de novo com a dupla Maluf-Pitta, que não carece de maiores comentários e da qual os estragos foram consertados por Marta Suplicy. E, agora, acontece mais uma vez com a dupla Serra-Kassab, que controla o segundo e o terceiro orçamentos do país. “Só” isso.



E quem acha que Kassab não pode ser “kassado”, engana-se. A Justiça eleitoral já andou cassando mandato até de governador – um, inclusive, do poderoso PSDB. Ora, o que há contra o prefeito paulistano e contra essa penca de vereadores de sua base de apoio na Câmara são doações vultosas às suas campanhas eleitorais em 2008, feitas por empreiteiros e prestadores de serviços à administração pública municipal.



Trocando em miúdos: Kassab e seus vereadores receberam dinheiro daqueles para os quais poderiam “facilitar” a vida, se é que vocês me entendem. São empreiteiras que, através de seu sindicato, doaram uma montanha de grana para aqueles que tomariam decisões sobre suas obras e as contratariam, ou um banco para o qual a atual administração paulistana direcionou parte importante de suas operações financeiras.



Digo desta forma que você viu acima para não nos perdermos nesses detalhes todos que a mídia põe em suas matérias justamente para tirar o foco do principal, de que o que há, em casos como os de Kassab e companhia, é corrupção. Aliás, como tem ocorrido com freqüência no partido dele.



E não me venham com essa história que os meios de comunicação a serviço da oposição ao governo Lula andam espalhando, de que um juiz inventou o percentual para recebimento legal de propin... digo, de “doação” eleitoral permitido para empresas como as que forraram as arcas tucano-pefelês em São Paulo, em Brasília etc.



Como se vê, o esquema paulistano é bem similar ao candango...



Tentam escamotear que havia regras para a eleição do ano retrasado e que a regra que ora pune Kassab estava em vigor, ou seja, foi violada e agora ele terá que responder pela violação. É só isso. Não há qualquer base para dizer que inventaram alguma lei contra Kassab.



Acusar o judiciário de ser petista é de um ridículo atroz. É o mesmo caso da “censura” ao Estadão. Daqui a pouco a questão estará no STF e a decisão que impediu o jornal de publicar informações sob segredo de Justiça não será revertida.



O Judiciário não é petista coisa nenhuma. Aliás, é presidido por um aliado inconteste de Fernando Henrique Cardoso, que tem agido e dado declarações como oposicionista sem parar. Essa gente não tem vergonha na cara.



Agora, os paulistanos estão colhendo cada fruto de votar errado que há para ser colhido. Estamos afundando na água com cocô, vidas estão sendo perdidas em São Paulo quase todos os dias como nunca antes na história deste país, acabou o estoque de recordes de chuva que tinham para se desculpar pela inépcia e, agora, a máquina desgovernada paulistana está às portas de ficar acéfala de vez, porque em parte já está.



Educação, Segurança Pública, tudo piora. As escolas públicas paulistas e paulistanas não param de perder posições nos certames nacionais e internacionais. A criminalidade aumenta a olhos vistos, com manipulação dos índices e tudo. Ficamos por aqui, aliás, senão vira outro texto...



E o que se vê na mídia? Nas tevês paulistas, ontem à noite, dois programas sobre política: o Em Questão, na TV Gazeta, e o Canal Livre, na TV Bandeirantes. O programa da Band passou ao largo do novo escândalo tucano-pefelê em São Paulo e o da Gazeta culpou o PT pelos escândalos da oposição a Lula.



Eis a explicação para os paulistanos estarem afundando na merda enquanto culpam quem não os governa, ou a si mesmos, pelo que estão sofrendo. Ou melhor, ESTAMOS sofrendo, porque mesmo não tendo votado errado como a maioria dos meus concidadãos estou tendo que pagar por seus erros. De novo.
Eduardo Guimarães.





Jornalismo de comadres

Do blog de Michel de Carvalho, via Twitter

Eduardo, você viu as manchetes do útimo sábado?


GLOBO: PT APROVA PROGRAMA RADICAL PARA A CAMPANHA DE DILMA

FOLHA: PT APRESENTA PROGRAMA MAIS RADICAL PARA DILMA

ESTADÃO: PETISTAS DECIDEM RADICALIZAR PROJETO DE DILMA

cidadania.com

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Dilma anuncia "passo mais profundo" na Educação.

Em palestra de quase uma hora a 120 delegados de 40 países, reunidos no 4º Congresso Nacional do PT, a ministra Dilma Rousseff anunciou ontem que seu programa de governo incluirá um forte investimento na Educação.
“Precisamos dar um passo mais profundo na questão da Educação dos jovens. Mais da metade da população brasileira é formada por crianças e jovens, e cerca de 50 milhões têm entre 15 e 29 anos de idade. É preciso investir desde a creche até a pós-graduação. Os jovens são elementos fundamentais na questão social, econômica, tecnológica e cultural do Brasil”, afirmou a pré-candidata do PT à eleição presidencial.
Dilma expôs um balanço do Governo Lula destacando avanços econômicos e sociais alcançados pelo país nos últimos sete anos, graças ao que chamou de combinação virtuosa entre desenvolvimento econômico e distribuição de renda.
“Somos citados hoje por muitas agências de pesquisa como a quinta economia mundial, mas nós somente seremos a quinta economia se transformamos substancialmente as condições de vida do povo brasileiro. O Brasil tem um legado de descuido e de descaso para com as classes populares e muito ainda tem que ser feito para melhorar isso. Queremos mudar o patamar social do país”.
Assinalou também como conquista importante dos últimos anos a mudança da imagem do Brasil no cenário internacional.
“Quem não se respeita, não é respeitado”, observou..
Após o discurso, a ministra respondeu perguntas dos convidados estrangeiros sobre projetos habitacionais, apoio humanitário ao Haiti e imigrações ao Brasil. Sobre a habitação, afirmou que o governo continuará investindo no programa de moradia popular Minha Casa Minha Vida. Ao responder sobre o apoio humanitário ao Haiti, garantiu que o Brasil não medirá esforço para apoiar a população e contribuir para a reconstrução daquele país.
Hoje, 1.300 delegados eleitos no Processo de Eleição Direta, no fim do ano passado, se dedicarão a debates políticos e à votação de resoluções. No início da noite, o novo presidente do PT, José Eduardo Dutra, assumirá o cargo.

Blogue do Anselmo.

Criada a Universidade Afro-brasileira.

Com vistas a fortalecer o intercâmbio cultural entre as comunidades de língua portuguesa, a Comissão de Educação e Cultura, da Câmara dos Deputados, aprovou, por unanimidade, na tarde de quarta-feira (13), o relatório do deputado Antônio Carlos Biffi (PT-MS), ao projeto de lei (PL 3891-A/08), que cria a Universidade Federal da Integração Lusofonia-Afro-Brasileira (Unilab) no município de Redenção, localizado no estado do Ceará.

De acordo com o relatório apresentado pelo parlamentar, além dos cursos de ensino superior, a criação da UniLab visa oferecer pesquisas em diversas áreas do conhecimento, promover o desenvolvimento regional, intercâmbio cultural, científico e educacional e extensão universitária, o que fortalecerá a integração entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Biffi explicou ainda que das cinco mil vagas que a instituição deve oferecer, a metade contemplará alunos brasileiros e a outra metade a estrangeiros, com prioridade a alunos de países africanos.

“É mais um importante passo do Governo Lula rumo à consolidação do desenvolvimento educacional brasileiro e refletirá positivamente na integração entre os povos que falam a língua portuguesa. Sinto-me realizado com essa ação, pois, em seis anos de mandato, essa é a segunda relatoria que elaboro e resulta na criação de uma universidade federal, sendo a primeira a UFGD em Mato Grosso do Sul”, lembrou Biffi.

O PL foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura e segue para análise e votação nas comissões de Finanças e Tributação e, em seguida, Constituição e Justiça.
Blogue do Anselmo Raposo em 14-05-2009.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Entrevista de Dilma a Revista Época.

Em sua primeira entrevista como candidata à Presidência, a ministra Dilma Rousseff desafia os adversários a demonstrar maior experiência de governo do que ela
Eumano Silva, Guilherme Evelin e Helio Gurovitz


Dilma rousseff já fala como candidata à presidência. Falou pela primeira vez numa entrevista a ÉPOCA, concedida na última quinta-feira, dia de abertura do Congresso do PT que a aclamou como o nome do partido para disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Escolhida candidata por Lula, Dilma se apresenta como a melhor alternativa para dar continuidade aos projetos do atual governo. E faz questão de rebater a acusação dos adversários de que seja apenas um títere do presidente: “Duvido. Duvido que os grandes experientes em gestão tenham o nível de experiência que eu tenho. Duvido”. Mas, questionada sobre a possibilidade da volta de Lula em 2014, Dilma aceita a hipótese. “Sem sombra de dúvida, ele pode. O presidente chegou a um ponto de liderança pessoal, política, nacional e internacional que o futuro dele é o que ele quiser”, diz a ministra-chefe da Casa Civil – posto de Dilma até 2 de abril, quando deverá deixar o cargo para disputar as eleições presidenciais.

Na entrevista de quase duas horas, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória da Presidência da República, Dilma expôs suas credenciais para comandar o Brasil, debateu planos de governo e falou claramente o que pensa sobre temas como o tamanho do Estado na economia, as privatizações, o aborto, a descriminalização das drogas, o câncer e a iminência de se tornar avó. Dilma chegou e saiu sorridente – como uma candidata pronta para desfazer a imagem da tecnocrata inflexível com que foi frequentemente caracterizada antes de sonhar com o Palácio do Planalto.

ÉPOCA – O que qualifica a senhora para ser presidente da República?
Dilma Rousseff – O governo Lula deu um passo gigantesco. Construiu um alicerce em cima do qual você pode estruturar a transformação de que o Brasil precisa. A partir de 2005, o presidente me deu a imensa oportunidade de coordenar o segundo governo dele. Estávamos enfrentando uma crise muito forte (o escândalo do mensalão) e uma disputa que tentava inviabilizar o governo. Ainda não tínhamos conseguido implantar a estabilidade de forma definitiva. A inflação e as contas públicas estavam sob controle, mas o crescimento ainda era baixo. As reservas também. Aí o investimento entrou na ordem do dia, e modificamos o jogo no segundo mandato do governo Lula. Tive a oportunidade de entrar exatamente nessa grande crise.

ÉPOCA – Em algum momento o presidente disse que a senhora seria candidata?

Dilma – O presidente nunca chegou para mim e disse: “Você vai ser a sucessora do meu governo”. Ele avaliou que participei da elaboração das principais políticas: o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o pré-sal, a TV Digital, a banda larga nas escolas. Todos os projetos do governo, de alguma forma, passaram pelo presidente e por mim. Uma das coisas que me credenciam para ser presidente é que conheço hoje o governo brasileiro de forma bastante circunstanciada, precisa e profunda. E conheço as necessidades para dar continuidade a esses projetos.

ÉPOCA – O que seria, num eventual governo da senhora, o passo seguinte?


Dilma – No Brasil, os governos sistematicamente não tinham projeto de desenvolvimento econômico-social que incluísse todos os brasileiros. A grande novidade do governo Lula é o olhar social. Não só porque estendemos benefícios econômicos aos mais pobres. Há uma profunda mudança cultural e moral quando você torna a população mais pobre do Brasil legítima interessada no desenvolvimento. A reação ao Bolsa Família mostra a aversão elitista a políticas sociais num país com a desigualdade do Brasil. Quando chamam o Bolsa Família de “bolsa-esmola”, é porque veem a política social como uma coisa ultrapassada. Alguns dizem que essa é a continuidade do passado. Não é. É a maior ruptura com o passado. Não dá para falar: “Eu fiz o Bolsa Família antes”. Ah é? Fez para quantos? O que buscamos é uma política para cuidar dos 190 milhões. Se você perguntar para mim: “Tá completo?”. Vou falar: “Nããão”.

ÉPOCA – Como presidente, o que a senhora faria que o governo Lula não fez? Como imprimiria sua marca?


Dilma – Vou participar até o dia 2 de abril do imenso esforço deste governo para mudar o Brasil. Isso me dá condições de olhar para a frente e falar que você não faz em oito anos uma transformação tão profunda. Há coisas que precisam de mais tempo para maturar. Talvez eu dê mais impulso e acelere mais, se eu ganhar a eleição, mas você vai precisar de uma sucessão de governos. Um exemplo: toda a política de inovação em pesquisa tecnológica. Conseguimos fazer um pedaço. Mas é preciso fazer no futuro muito mais: desenvolver uma cadeia de inovação para fármacos, uma para nanotecnologia, cuja infraestrutura já começou a ser feita. Entrar na economia do conhecimento é fundamental na próxima gestão. Teremos de dar suporte às universidades públicas, que estavam sucateadas, voltar a fazer pesquisa básica, dar suporte para termos trabalhadores especializados no ensino médio. Isso leva décadas.

"Uma das coisas que me credenciam para ser presidente é que conheço o governo de forma bastante circunstanciada, precisa e profunda. Conheço também as necessidades para dar continuidade aos projetos"

ÉPOCA – Que papel a senhora vê para o Estado nesse processo? Ele tem de ser dono de empresas? Ou estabelecer regras para garantir um ambiente estável para os negócios prosperarem?


Dilma – Os países ocidentais e desenvolvidos organizaram seus Estados para dar suporte à sociedade e às empresas privadas. Tanto é assim que um dos maiores compradores e organizadores da demanda privada nos EUA é o Pentágono, né? Essa discussão de Estado empresário é uma discussão da década de 50. Não é a deste momento no Brasil. Agora, somos contra a privatização de patrimônio público ou de estatais como Petrobras, Furnas, Chesf, Eletrobrás, Banco do Brasil, a Caixa. Essa é uma posição de governo que não tem nada a ver com Estado empresário, mas com a preservação do patrimônio público.

ÉPOCA – E no caso das estatais de áreas em que faltam investimentos, como a Infraero, que administra os aeroportos?

Dilma – Como a Infraero mexe com nosso espaço aéreo, é preciso ter cuidado. O que está certo é mudar a Infraero, abrir o capital, profissionalizar a gestão, torná-la mais eficaz. É o que o governo Lula defende (e eu defendo). A privatização dos aeroportos não pode ser tratada dessa forma, porque só há uns quatro lucrativos. O resto é deficitário. Qualquer modelo tem de ser bem discutido, ou você faz aquela privatização cujo custo é proibitivo para a sociedade, como foi feito com algumas ferrovias. Pelos contratos de concessão, as empresas têm direito de ficar com elas pelo tempo que quiserem sem fazer investimento, pois eles foram malfeitos.

ÉPOCA – Quando a senhora diz ser radicalmente contrária à privatização do patrimônio público, isso soa como crítica às privatizações do governo FHC, como se elas tivessem sido danosas...

Dilma – Não chegou a ser tão danoso como foi para países vizinhos, porque não conseguiram fazer tudo. Mas pegaram a Petrobras e começaram a tentar reduzi-la a uma dimensão menor. Impediram a verticalização da empresa, que ela tivesse ganhos de escala.

ÉPOCA – Mas a privatização da Petrobras estava impedida por lei...

Dilma – Achamos estranha aquela história do nome Petrobrax. Era uma tentativa de abrir o capital mais do que devia. A única parte do Brasil no nome da Petrobras é o “bras”. Se é capaz de transformar um S em X, tem dó... As intenções são muito claras!

ÉPOCA – E a privatização da Vale? E a das teles?

Dilma – Com as teles, acho que foi diferente. Em relação à Vale, vamos ter de fazer exigências a respeito do uso da riqueza natural. Isso não significa reestatizar. Ela pode ser perfeitamente privada, desde que submetida a controles. Só não acho possível concordar que a Vale exporte para a China minério de ferro e a gente importe bens e produtos siderúrgicos. Essa não é uma relação do nosso interesse como nação. Não vejo grandes problemas na Vale. Agora, vejo grandes problemas no setor elétrico. A privatização de Furnas foi impedida porque o pessoal se mobilizou. A visão que se tinha de não planejamento e de não visão de longo prazo no caso da energia deu no que deu em 2001 (ano do apagão). Sou contra privatizar o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal. Minha gratidão com a história é que ela provou que a gente estava certo. Ai de nós se não tivéssemos os três bancos! Só conseguimos enfrentar a crise econômica porque tínhamos estrutura para enfrentá-la. Porque na hora da crise, quando o pavor bate...

ÉPOCA – Podemos mudar de assunto?

Dilma – Não, é que quero explorar muito essa história do Estado, sabe? O Estado mínimo tem uma perversidade monstruosa. Sabe qual é?

"Em relação à Vale, vamos ter de fazer exigências a respeito do uso da riqueza natural. Isso não significa reestatizar. Ela pode ser perfeitamente privada, desde que submetida a controles"
ÉPOCA – Qual é?

Dilma – Não investe em saneamento, não investe em habitação, deixa o país com uma das menores taxas de cobertura de esgoto, de drenagem. Tem outra perversidade: não considera o que tem de ser feito com subsídio. É isso o Estado mínimo a que o presidente Lula se refere. E concordo quando ele diz: para quem é rico, não interessa ter Estado. Para quem é pobre, o Estado ainda cumpre um papel fundamental. Qual é a diferença para os anos 50? Nos anos 50, o Estado empresário tinha lá sua função. Não tinha todas as empresas estruturadas. Como alguém em sã consciência, em pleno século XXI, em 2010, pode falar que o Estado brasileiro vai ser empresário? Isso é um equívoco monstruoso. Uma das grandes vantagens do Brasil é ter um setor privado forte. Vá a qualquer outro país da América Latina. Um dos problemas deles é que a economia é muito simples. Eles não têm empresários de porte. Nós estamos em outra fase. Somos um país cujas grandes empresas vão se internacionalizar. E quem é que vai apoiar isso? O Estado



Bolsa Família poderá ser maior para alunos com bom desempenho escolar.

Proposta que amplia o pagamento de benefícios do Bolsa Família para premiar o bom desempenho dos estudantes participantes do programa está na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) da próxima terça-feira (23)

Proposta que amplia o pagamento de benefícios do Bolsa Família para premiar o bom desempenho dos estudantes participantes do programa está na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) da próxima terça-feira (23).

Pelo projeto, de autoria do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o novo benefício será variável, vinculado ao desempenho escolar de crianças de seis a 12 anos e de adolescentes de 13 a 17 anos e será pago em razão de resultados educacionais positivos obtidos em avaliação oficial, conforme regulamento.

Para o autor, o projeto (PLS 247/09) pode contribuir para a melhoria da qualidade de ensino. Na justificação da matéria, Jereissatti explica que, "com o incentivo concreto, os estudantes procurarão aprimorar suas relações com a escola e com os professores. Mais estimulados pelo interesse dos alunos, os professores tenderão a se envolver com a causa desse alunado".

Já aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), a matéria será apreciada em caráter terminativo na CE. A relatora, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), apresentou voto favorável à aprovação da proposta.


Educação Infantil

Também poderá ser apreciado nesta terça-feira substitutivo da senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) a projeto (PLS 54/07) de Cristovam Buarque (PDT-DF), que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para fixar em cinco anos a idade limite de crianças atendidas na educação infantil. O texto prevê ainda que o poder público realize o recenseamento escolar dos educandos na educação básica.

A LDB prevê hoje que sejam atendidas pela educação infantil crianças de até seis anos de idade. O projeto, que terá decisão terminativa na CE, incorpora na LDB texto da Emenda Constitucional 53/06, que fixa a educação infantil, em creche e pré-escola, até os cinco anos de idade.

No substitutivo, Rosalba explica que corrige algumas falhas do projeto original, entre as quais retira a obrigatoriedade da matrícula das crianças até cinco anos de idade na educação infantil, que não deve ser, segundo explica, "de modo compulsório, porque pode ter efeito traumático".




Eleger Dilma é prioridade de vida, este ano diz Lula.

De Lula, no fim de seu discurso no Congresso do PT:
- Eleger a Dilma é uma das coisas mais importantes do meu governo. Para dar continuidade às coisas boas. Eleger Dilma não é coisa secundária para o presidente da República, é coisa prioritária na minha vida este ano.
- Sem nenhuma presunção, posso olhar na cara do meu filho, da minha mulher, dos meus netos e do povo brasileiro e dizer que não existe no brasil ninguém mais preparado para governar o Brasil que a nossa companheira Dilma Rousseff.
- A gente que não sabe o que é falta de energia elétrica a não ser no apagão de 2001 (...) A Dilma é candidata de um governo que enfrentou a crise economia que em outros momentos teria quebrado o Brasil.
- É candidata de um governo que assumiu em 2003 com crédito de 380 bilhões e começa sua campanha com 1,4 trilhão. (...) O BNDES que não emprestava mais de 40 bilhões, e terminou o ano passado emprestando 139 bilhões.
- A Dilma é a candidata de governo que desmistificou a história que não poderia crescer e distribuir ao mesmo tempo. Antes o bolo crescia e poucos comiam. Agora nós queremos comer junto. Provamos que o aumento do salário mínimo não causa a inflação, como eles diziam.

Blog do Anselmo Raposo.

DILMA FALA COM SABEDORIA, INTELIGÊNCIA E COM O CORAÇÃO.

Dilma: "O PT mudou muito, mas não mudou de lado".

Dilma: cita Carlos Alberto Soares de Freitas, Maria Auxiliadora Barcelos e Iara Iavelberg e segura a onda. Não teve choro não.

Dilma: lembra c/ lágrimas de amigos mortos pela ditadura. Muita gente emocionada no Congresso do PT.

"Mas a educação será o meio de emancipação política e cultural do nosso povo”, diz Dilma.

Dilma: Aqueles q caíram pelos nossos ideiais, eles fazem parte da minha história. Mais q isso: da história do Brasil.

Dilma é aplaudida de pé quando disse que prefere às mentiras da mídia ao silêncio da ditadura.

Dilma: “Vamos fazer desta campanha um debate de ideias, voltado para o futuro. Somos aqueles que temos o que apresentar."
"A principal inovação do PT para a política brasileira, foi colocar o povo no centro de suas ações", diz Dilma.

Dilma: "Estou aqui, agora, aceitando a honrosa missão. Sei que não estou sozinha. Viva o povo brasileiro". Dilma encerra seu discurso.


Dilma: O fato da candidata Dilma ser mulher será muito valorizado na campanha. Bom para o Brasil, bom para o avanço da política!

"Partido, partido, é dos Trabalhadores; é das trabalhadoras". Eu já tenho minha candidata oficial.

Olê, Olê, Olê, Olá DILMA DILMA!!!

Dilma: "Sei que não estou sozinha, a tarefa de continuar mudando o Brasil é uma tarefa de todos nós, vamos continuar mudando o Brasil"

Dilma: "Vamos juntos até a vitória, viva o povo brasileiro"

"Mas a educação será o meio de emancipção politica e cultural do nosso povo", diz Dilma:
“Vamos aprofundar o olhar social, o compromisso social. Queremos um Brasil para todos, sem discriminações e constrangimentos".

Dilma: "Vamos fortalecer a nossa proteção ao meio ambiente e a vanguarda no desenvolvimento dos biocombustíveis".

Dilma: "Vamos ampliar o Bolsa-família e outros programas que tenham a proposta de erradicar os problemas sociais".

Dilma: "Todas as nossas ações de governo têm uma premissa: garantir a estabilidade econômica".

DILMA: "Tudo o que puder ser produzido no Brasil, será produzido no Brasil... Vai gerar emprego e renda" (soberania no pré-sal).

Dilma fala em manter e ampliar os programas que eu criei no ministério da Saúde: Samu, Farmácia Popular e Brasil Sorridente.

Dilma: Assegurar crédito e assistência de mercado aos pequenos produtores rurais.

Dilma: preferimos as vozes injustas e caluniosas da oposição ao silêncio das ditaduras - Matou.

Dilma: "Tudo que puder ser produzido no brasil, será produzido aqui".

Dilma: “Terei compromisso com a América do Sul, América Latina e África".


Dilma fala em manter e ampliar os programas que eu criei no ministério da Saúde: Samu, Farmácia Popular e Brasil Sorridente.
"O povo! povo! o povo decidiu, agora é a Dilma presidente do Brasil!", cantam os congressistas.

Dilma: "Mandato das mulheres brasileiras, + uma etapa da nossa participação política".

Dilma: "Nós vamos fazer dessa campanha um debate de ideias com respeito aos brasileiros e brasileiras",




Lula: Mais abominável é o aprenhamento de determinadas mulheres. Lula convidou as mulheres a eleger Dilma presidente. Lula disse que as mulheres são muito mais corajosas e determinadas do que os homens. Lula disse que Dilma é a candidata do maior partido de Esquerda da América Latina e da base aliada do Governo Lula. Dilma é a candidata do povo brasileiro.


O presidente do PT, José Dutra falou sobre as alianças e as fofocas da mídia golpista contra a candidatura Dilma Rousseff. O PMDB terá a vaga de vice na chapa do PT. Dutra diz que com certeza o povo brasileiro vai eleger a primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Blog: Desbafo Brasil.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A imprensa mente, inventa,engana e manipula: Lula defende punição mais severa para corrupção e nega ter ficado chocado com a prisão de Arruda.


O Presidente Lula afirmou nesta sexta-feira que nãonão é vardade a notícia que a imprensa divulgou na noite de ontem em que ele teria ficado chocado com a prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (ex DEM).

"Não fiquei chocado, fico chocado quando vejo as denúncias de corrupção, quando aparece o filme de Arruda recebendo dinheiro", disse Lula durante entrevistas a rádios de Goiás.

Lula disse ainda que a Polícia Federal não está mais disposta a fazer "pirotecnia" e defendeu a atitude de Arruda de se entregar. "Foi uma atitude correta de Arruda se apresentar, que sirva de exemplo para que a corrupção não se repita em lugar nenhum."

O Presidente disse ainda que encaminhou ao Congresso um projeto de lei que transforma crime de corrupção em crime hediondo. "Precisamos ser mais duros com a corrupção e com o corrupto e corruptor."

Sobre o pedido de intervenção federal no Distrito Federal, Lula afirmou que está nas mãos da Justiça. "Se a Justiça Federal decidir que haja intervenção, vai haver. Se não houver nenhuma acusação contra o vice Paulo Octácio DEM, é de direito que ele possa assumir e governar, o Presidente apenas espera que haja a decisão."

Se o Judiciário se manifestar pela intervenção, o governo federal "não terá dúvidas em colocar alguém para governar o Distrito Federal" disse Lula.
O "energúmeno" escolha do Palácio

A grande mídia dá destaque às visitas de José Collor Serra e Dilma Roussef ao Recife e a Salvador. O esquema “pró Serra” da FOLHA DE SÃO PAULO diz que o governador está acompanhado de toda a cúpula do DEM e do PSDB.

Mentira. Uma das principais figuras da cúpula do DEM, o governador de Brasília, José Roberto Arruda está na cadeia. Era o vice preferido de Serra, naquela história de “vote num careca e leve dois”, ou o “copiei muitas idéias do governador Serra em minha administração e a resposta de Serra – “o que é bom é para ser copiado”.

O resultado pelo visto não foi satisfatório.

O governador José Collor Serra vive um dos piores momentos de sua carreira política. Por onde passa tem sido alvo de vaias. E com os aliados que tem o buraco é sem fundo. O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab em entrevista a um programa da GLOBONEWS, onde foi tentar explicar que está tentando resolver os problemas causados pelas chuvas e chamar para si a responsabilidade do drama de milhões de paulistanos, para tirar a cara de Collor Serra da reta, acabou complicando mais ainda o governador.

Kassab disse que recebeu a Prefeitura com um orçamento exíguo para a questão ambiental e nada pode fazer nos primeiros anos até ajeitar a casa e dispor, como disse que dispõe agora, de um orçamento à altura dos desafios. Ora, o prefeito anterior era José Collor Serra que renunciou para ser candidato ao governo (depois de ter assinado um compromisso diante de câmeras e microfones de tevê que cumpriria o mandato por inteiro).

José Collor Serra foi a Guararapes, São Paulo, entregar 57 ônibus para prefeitos da região. Os ônibus destinam-se ao transporte de doentes deficientes a centros hospitalares adequados. Não explicou que o serviço é terceirizado para uma empresa que apóia sua candidatura e contribui, lógico, no esquema “vote num careca e leve dois”.

Ao discursar foi vaiado por professores da rede estadual. Com cartazes, faixas e narizes de palhaços, os professores protestavam contra os baixos salários, as péssimas condições de trabalho, o abandono do sistema educacional estadual e a farta distribuição de livros e revistas da EDITORA ABRIL (a que edita VEJA), contrato fraudulento do governo com o a empresa, que também apóia e contribui para a campanha de Collor Serra.

Descontrolado com as vaias, o governador que não admite ser contestado, bateu boca com os manifestantes, chamou-os de “energúmenos” e disse que ao vaiarem a ele estavam indo contra os deficientes físicos. Isso é coisa de cretino. De escroque. Um cara desses na presidência da República é uma temeridade.

É jogar o futuro de um país como o Brasil na lata do lixo. É só lembrar os oito anos de pesadelo de FHC, seu guru e cúmplice.



Serra foi criticado pelos elevados custos do pedágio nas rodovias estaduais privatizadas (as empresas pagam propina para a caixinha do PSDB), chamado de “mentiroso”, o que é absoluta verdade.

O manifestante que protestava contra Collor Serra e batia boca com o governador, um senhor não identificado, de cabelos brancos, foi retirado – modo de dizer – pela Polícia que fazia a segurança do local.

“Energúmeno” foi a palavra usada por Collor Serra para referir-se ao cidadão.

Seus principais sinônimos são “burro”, “imbecil”, “retardado”, “tonto”. É a forma como Collor Serra enxerga seus adversários.

O escritor Ledo Ivo, da Academia Brasileira de Letras, numa entrevista à uma emissora de televisão e comentando sobre determinado escritor, referiu-se a ele como “babaca”.

É o adjetivo ideal para José Collor Arruda Serra.

O descontrole do governador está na razão direta das pesquisas de opinião pública que mostram a queda contínua dos índices de intenção de votos nele e a ascensão da candidata Dilma Roussef.

A viagem pelo Nordeste, onde Dilma vence em todos os estados segundo os levantamentos feitos até agora e com grande vantagem, é um teste para saber se dá ou é melhor desistir e tentar a reeleição ao governo de São Paulo.



O jornal FOLHA DE SÃO PAULO, aliado de todas as horas, já, na edição de sexta-feira 12, sugeriu “uma opção mais segura”, a reeleição, deixando a batata quente para o governador de Minas Aecio Pirlimpimpim Neves.

Esse estilo boçal e violento de José Collor Arruda Serra não é incomum em determinados políticos. Em 1994 o atual ministro das Comunicações Hélio Costa alcançou quarenta e nove por cento e qualquer coisa no primeiro turno das eleições para o governo de Minas e perdeu o segundo para o tucano Eduardo Azeredo. Num acesso de fúria, ao perceber que não fora eleito no primeiro turno por zero vírgula qualquer coisa destruiu todo o comitê central de sua campanha. Computadores, mesas, bem ao estilo global, estrela contrariada.

O Brasil começa a viver nesse ano de 2010 um dilema crucial para seu futuro. Ou retorna ao esquema entreguista e podre de FHC, agora com José Collor Arruda Serra, ou avança, não importa que críticas possam ser feitas a Lula, com Dilma Roussef. As diferenças entre Lula e os tucanos/DEM começam no caráter.

E o futuro não passa por eleições, necessariamente, mas por um processo político mais amplo, de formação, conscientização e isso não será possível nunca com gente como José Collor Arruda Serra.

A reação do governador a um senhor de cabelos grisalhos, o destempero do governador, a forma estúpida como se referiu a um eleitor, só por criticá-lo, por vaiá-lo, mostra o que será um eventual governo dessa mistura DEM/TUCANO, com pitadas de PPS. E alguns laivos de PMDB na figura do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, candidato ao Senado num acordo com Serra.

Serra apropriou-se da idéia dos genéricos que foi do ministro Jamil Haddad no governo de Itamar Franco. Apropriou-se das vacinas contra gripe suína que foram compradas e serão distribuídas pelo governo federal. Apropriou-se a apropria-se de dinheiro público a cada momento e em cada ato de governo que pratica.

Nas dependências da Polícia Federal está faltando gente. Muitos. Serra, com certeza, é um deles.

O esquema de marketing do governador José Collor Arruda Serra está adotando uma forma bem cretina de divulgar as “atividades” do governador. As vaias no Nordeste e no próprio estado de São Paulo só fizeram reforçar esse modelo de propaganda. Serra aparece inaugurando alguma coisa, ou fazendo algum discurso cercado de aliados e sem platéia. Na edição colocam a platéia, ou seja, buscam criar a idéia que centenas, ou milhares de pessoas estavam presentes e aplaudindo o guru de Arruda.

A escolhe em 2010 é mais ou menos assim. Se o Planalto vai virar o castelo do conde Drácula, sugando o sangue dos brasileiros e transformando o País em colônia do capital estrangeiro e de Washington, caso de Serra. Se vira uma espécie de Casa Branca com material importado diretamente da Colômbia e com 100% de pureza, caso de Aécio Pirlimpimpim Neves ou continua Palácio do Planalto.

Se virar o palácio do Drácula, cada vez mais improvável, a responsável pela chefia da guarda de honra será a senadora Kátia Abreu. Dublê de latifundiária, corrupta e vampira do dinheiro público. Se for a Casa Branca com tecnologia colombiana e estreita colaboração com o governo do traficante Álvaro Uribe, vira festa dessas que lá pelas tantas a Polícia tem que chegar e prender a turma toda.

Se continuar Planalto significa que o País tem futuro. Ou seja, sobrevive como Nação soberana, livre e capaz de guiar pelo seu povo, seus próprio passos.Laerte Braga


OS CONSPIRADORES SE REUNEM.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Direita midiática conspira em São Paulo

por Altamiro Borges,em seu blog

No dia 1º de março, no Hotel Golden Tulip, na capital paulista, as estrelas da direita midiática estarão reunidas num seminário cinicamente batizado de “1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão”. Não faltarão críticas a Conferência Nacional de Comunicação, sabotada pelos donos da mídia, e às idéias democratizantes do Plano Nacional de Direitos Humanos. O presidente Lula ficará com a sua orelha ardendo. Será rotulado de autoritário, populista e de outros adjetivos. O evento tentará unificar o discurso da mídia hegemônica para a disputa presidencial de 2010.

Os inscritos que desembolsarem R$ 500 poderão ouvir as opiniões de famosos reacionários sobre as “ameaças à democracia no Brasil” e as “restrições à liberdade de expressão”. Marcel Granier, dono da golpista e corrupta RCTV, que teve sua outorga cassada pelo governo venezuelano, fará a palestra de encerramento. A lista de palestristas convidados causa náuseas: o fascistóide Denis Rosenfield, o racista Demétrio Magnoli, o pitbul Reinaldo Azevedo, o bravateiro Arnaldo Jabor, o líder da seita xiita Opus Dei, Alberto Di Franco, além de vários comentaristas da TV Globo.

O sinistro Instituto Millenium

O evento, que tem o apoio da Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert) e da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), é uma iniciativa do sinistro Instituto Millenium. Esta entidade reúne poderosos banqueiros, industriais e barões da mídia e pretende ser um centro de aglutinação dos defensores da “economia de mercado”, como descreve seu sítio. Ela é presidida por Patrícia Carlos Andrade, que foi analista dos bancos Icatu e JPMorgan, e é filha do falecido jornalista Evandro Carlos de Andrade, um dos mentores da Central Globo de Jornalismo.

O instituto não tem nada de neutro ou plural. É controlado pelas corporações empresariais. Entre os mantenedores estão Jorge Gerdau, o barão da siderurgia, Sergio Foguel, da Odebrecht, Pedro Henrique Mariani, do Banco BBM, Salim Mattar, do grupo Localiza, e Marcos Amaro, da TAM. O gestor do fundo patrimonial da Millenium é Armínio Fraga, o ex-presidente do Banco Central na era neoliberal de FHC. Os barões da mídia têm expressiva presença na entidade. Entre os dez principais mantenedores estão João Roberto Marinho, das Organizações Globo, e Roberto Civita, da Abril. Seu conselho editorial é dirigido por Eurípedes Alcântara, diretor de redação da Veja.

A resposta dos movimentos sociais

O repórter Adriano Andrade, num excelente artigo para o jornal Brasil de Fato, demonstrou que o Instituto Millenium representa a nata da direita brasileira. Patrícia Andrade chegou a assinar o “manifesto contra a ditadura esquerdista na mídia”, escrito pelo fascistóide Olavo de Carvalho. A entidade também promove anualmente o risível “dia da liberdade de impostos”. Para o repórter, a Millenium lembra duas instituições que tiveram papel de relevo na preparação do golpe militar de 1964 – o Instituto Brasileiro de Ação Democrática (IBAD) e o Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (IPES), ambos financiados pelo governo dos EUA e pelos grupos monopolistas nativos.

O evento de 1º de março bem que mereceria uma resposta organizada dos movimentos sociais, alvo das manipulações constantes da mídia hegemônica. O demonizado MST, as ridicularizadas centrais sindicais, a estigmatizadas entidades estudantis, além das forças opostas a todos os tipos de discriminação, como a de gênero e a racial, poderiam aproveitar este evento conspirativo da direita midiática para protestar contra a “criminalização dos movimentos sociais e pela autêntica liberdade de expressão”. Nada mais democrático do que protestar contra a ditadura da mídia.

Al Jazeera faz documentário sobre o pré-sal brasileiro.

Mundialmente notória por divulgar vídeos com mensagem do chefe da Al-Qaeda Osama Bin Landen, a rede de televisão Al Jazeera enviou, há quatro anos, um correspondente ao Brasil. O jornalista Deddah Abdallah já domina perfeitamente o português, assim como o cinegrafista Yacoub Mahmud. Eles estão trabalhando num documentário que tentará mostrar como a descoberta do pré-sal, que impressionou o mundo, pode mudar a realidade do País.Abdallah lembra que muitos países vivem a chamada "maldição do petróleo". Apesar de grandes produtores, não conseguiram converter esta riqueza em melhoria de vida para a sua população extremamente pobre. É o caso, por exemplo, da Nigéria, um dos gigantes na produção de petróleo.

Os dois estiveram na plataforma de Tupi para registrar os primeiros trabalhos na produção brasileira de pré-sal. Mas, antes estiveram em favelas de metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro e em bolsões de pobreza do Nordeste. "A idéia é mostrar se a descoberta de petróleo aqui terá um efeito diferente do que ocorreu na Venezuela, por exemplo. No Oriente Médio, há exemplos bons e ruins em diversos países. Mas, não creio que haja um caso exemplar no aproveitamento dessa riqueza",disse Abdallah.

Um dos exemplos de pobreza foi achado na rota do minério de ferro, no Pará. "É uma região muito rica, com bolsões extremamente pobres", disse. "De qualquer forma, a impressão é de que o Brasil está caminhando para um aproveitamento melhor do petróleo" I.T.

André.



Nelson Mandela seria considerado "terrorista" pelos padrões da imprensa e dos demo-tucanos brasileiros, porque lutou com armas, contra a ditadura racista da África do Sul

O herói da luta anti-Apartheid e primeiro presidente negro da África do Sul, Nelson Mandela, de 91 anos, participou na noite desta quinta-feira (11), no Parlamento sul-africano, da celebração do 20.º aniversário da sua liberação.

Das homenagens participaram diversos dirigentes do CNA (Congresso Nacional Africano), partido político de Mandela que continua vencendo as eleições até hoje, e era tratado como organização "terrorista" pela ditadura racista sul-africana.

O CNA fazia política com protestos e atos de desobediência civil, mas sem recorrer a luta armada até 1960. Passaram a recorrer às armas quando foram jogados na ilegalidade pela ditadura (para os negros) do apartheid, após o massacre de Sharpeville (21 de Março de 1960), quando a polícia sul-africana da ditadura racista atirou em manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, Mandela tornou-se comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK). Ele coordenou uma campanha de guerrilha e atentados (sabotagem) contra alvos militares e do governo.

Em 1962 Nelson Mandela tornou-se preso político por "subversão", por incentivar greves, entre outras coisas. Qualquer semelhança com Brasil da ditadura não é mera coincidência.

Em 1964 foi sentenciado novamente, dessa vez a prisão perpétua, por "terrorismo" (planejar ações armadas e sabotagem contra a ditadura do apartheid), tal como os brasileiros que lutaram contra a ditadura.

Recusando a oferta da ditadura racista de uma liberdade condicional em troca de desestimular a luta armada (Fevereiro de 1985), Mandela continuou na prisão e defendendo o combate, inclusive armado, à ditadura racista até Fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro.

O CNA também foi tirado da ilegalidade.

Em 1993, o "terrorista" Mandela (pelos padrões da imprensa e dos demo-tucanos brasileiros), recebeu o Nobel da Paz.

Em Maio de 1994, o "terrorista" Mandela foi eleito presidente da África do Sul, na primeira eleição multirracial do país.

Zé Augusto.


Em busca de um escândalo

Por Carlos Bandeira

A terceira reunião da CPMI contra a Reforma Agrária já tinha terminado, no meio da tarde desta quarta-feira (10/2). Aí começou a guerra. Jornalistas com sede de sangue cercaram os parlamentares para fazer cobranças. Cadê o embate entre ruralistas e defensores da reforma agrária? E a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico das entidades dos trabalhadores assentados? A comissão não está muito morna? E a polêmica?

Em resumo: esperavam um espetáculo de mau gosto, que não aconteceu. Mesmo assim, quem ler os jornais terá um relato mais próximo do que aconteceu depois do encerramento da comissão.

Durante a sessão, o clima era outro. O relator Jilmar Tatto (PT-SP) apresentou uma proposta de aprovação de um bloco de 67 requerimentos, entre os 167 que foram apresentados pelos deputados e senadores. A proposta focava os requerimentos sobre questões administrativas, como a solicitação de documentos e de servidores públicos para compor a equipe do relator, e a convocação de pesquisadores da questão agrária, integrantes do governo e representantes das entidades de assentamentos.

Do lado dos ruralistas, houve pedidos para dar celeridade à investigação dos convênios e deixar de lado o debate sobre a questão fundiária. Do lado da reforma agrária, a defesa da discussão dos problemas estruturais do campo e da serenidade na investigação das entidades sociais. Apesar desses registros, não houve resistência dos parlamentares da CPMI, tanto que a proposta foi aprovada por unanimidade.

Não houve bate-boca nem exaltação. E os parlamentares elogiaram a proposta do relator. Onyx Lorenzoni (DEM-RS), vice-presidente da CPMI, segurou a turma dos ruralistas, mas não conseguiu impedir que aparecessem as suas diferenças. Durante a apresentação da proposta pelo relator, Lorenzoni saiu da mesa de condução dos trabalhos e foi até a terceira fileira passar orientações ao deputado Moreira Mendes (PPS-RO), que está entre os mais truculentos. No momento do debate, o deputado gaúcho fez sinal, com a mão espalmada, pedindo calma a Abelardo Lupion (DEM-PR), que simplesmente desistiu de se pronunciar...

No entanto, ninguém conseguiu acalmar os jornalistas que acompanharam a reunião. Eles demonstraram mais impaciência que os parlamentares ruralistas mais truculentos. Suas perguntas pareciam sair da boca de Lupion, que entrou mudo e saiu calado da sessão. Parece que CPI boa é aquela que gera manchetes e notícias de impacto - mesmo que não tenha nenhum resultado. Não importa o objeto em si, mas o impacto que pode criar na opinião pública. A repercussão é mais importante que os fatos.

Por isso, as reportagens denunciam que a CPMI está morna, com cheiro de pizza. Cobram a quebra de sigilo das entidades dos assentados. Assim, buscam criar um clima de impunidade na sociedade, incentivando cobranças de cabeças e escândalos, mesmo antes de começarem as investigações. Querem sangue, e quanto antes melhor. Até os ruralistas estão mais pacientes.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A verdade riu por último

Eles continuam se achando mais espertos do que a própria esperteza. Agem como se estivessem ganhando de goleada, como se sua estratégia fosse um sucesso total. Agora estão infestando suas páginas impressas, suas telas de computador e de tevê e os seus áudios com mais mentiras, com mais comparações sem pé nem cabeça, tentando equiparar os únicos mensalões existentes, que são o do PSDB e o do DEM, com a invenção de Serra, de FHC e dos seus jornais, revistas, tevês e portais de internet sobre um fictício “mensalão” do PT.

Eles tentam passar para a população a versão delirante de que a Justiça seria “petista” e de que, por isso, prendeu Arruda e não prendeu os deputados do PT e da base aliada ao governo Lula acusados no âmbito daquele “mensalão”. Deputados sobre os quais, até o momento, tudo o que se sabe é que receberam tantas doações “por fora” quanto os congêneres do PSDB e do DEM em tantas eleições, inexistindo, até o momento, a mais tênue prova de compra de apoio por ordem do chefe petista do poder Executivo federal como as há à farta contra o chefe tucano-pefelê do governo distrital.

Folhas, Globos, Vejas, Estadões e quejandos tentam ver semelhança onde há ironia, ou seja, justo aqueles que desde 2004 vêm se proclamando acusadores do presidente Lula, de seu governo, de seu partido e de seus aliados, são os únicos que, agora, fornecem o único governador de um ente federativo a ser preso durante o exercício de seu mandato em toda a história brasileira, com provas gravadas e filmadas por ordem da Justiça, sem dar margem às mesmas e fortes dúvidas que pesam sobre a acusação de que haveria um “mensalão” que o presidente Lula teria mandado pagar, a exemplo do que está provado que fez José Roberto Arruda.

E é essa a tese desses oposicionistas “moralistas” da imprensa e dos partidos de oposição, de que Lula, como Arruda, teria mandado pagar mesadas em troca de apoio no Legislativo. É disso que falam quando dizem “mensalão do PT”, apesar de que, devido à altíssima credibilidade do presidente da República, esses covardes não têm coragem, como covardes que são, de acusá-lo claramente, simplesmente porque não há provas, simplesmente porque a Justiça nem chegou e nem jamais chegará a apurar contra Lula, contra seu governo, contra seu partido ou contra seus aliados que estes produziram o mesmo que seus acusadores, ora flagrados no Planalto Central.

Em síntese: eles acusam Lula, passaram 5 anos fazendo isso sem parar, com o apoio integral da mídia, mas são eles que, agora, são flagrados roubando, e flagrados sem recurso, sem desculpa, sem dúvida.

E a mídia, com esse “êxito” todo dessa sua estratégia “tabajara”, o que faz? Mais do mesmo, pura e simplesmente mais do que tentou e não conseguiu fazer prevalecer, sempre apostando na burrice que acha que caracteriza um povo que essa gente despreza, como se vê quando lhes “vazam” os áudios de suas conversinhas racistas e classistas nos intervalos de seus telejornais picaretas, mentirosos, falsários, partidarizados, dissimulados etc.

Como venho dizendo aqui neste blog desde o comecinho de 2006, quando o espaço foi fundado, no âmbito daquela tentativa golpista então vigente dos ora flagrados com as calças na mão de derrubarem o presidente-operário com mentiras e sem quaisquer provas, a verdade, senhoras e senhores, é uma força da natureza como o vento ou a chuva e, assim, não pode ser refreada. Ela se infiltra por qualquer brecha possível e imaginável e, ao fim e ao cabo, termina por se impor.

Eduardo Guimarães.
Quem pariu Arruda que o embale.


Essa quadrilha que se diz “imprensa” atribuiu declaração não confirmada a Lula para tentar vinculá-lo a José Roberto Arruda, preso por interferir nas investigações de que é alvo. Arruda, porém, foi eleito pelo PFL (hoje travestido de “Democratas”) e, até ontem, foi aliado de Serra, de FHC e de todo o resto dessa oposição moribunda, tendo sido cogitado para vice na chapa do tucano à Presidência.

O que Lula pode ter dito sobre a prisão do adversário político - se é que disse mesmo, porque a mídia não divulgou a fonte da notícia - é o que está na essência da situação, ou seja, que haverá aumento da descrença da população na política ao ver um governador de Estado ir preso, mas portais de internet e telejornais já saíram dizendo que o presidente “lamentou a prisão de Arruda”.

Em vez de a mídia questionar a oposição por ter abrigado Arruda em seus quadros até pouco depois de ter sido flagrado se corrompendo, acusa o presidente com uma mentira porque este não lamentou a prisão do único governador que o PFL elegeu em 2006. Só poderia lamentar o fato de um governador de Estado ser preso, o que, repito, contribui, sim, para desanimar a população com a política.

Não façam isso, canalhas da Globo, da Folha, da Veja, do Estadão etc. O PFL, que já admitiu um traficante de drogas como Hildebrando Pachoal (aquele que mandava serrar seus desafetos ao meio com uma motosserra) em seus quadros, e o PSDB, que além de já ter filiado Arruda pretendia fazer dele candidato a vice na chapa de Serra, é que devem ser cobrados.

A direita midiática pariu Arruda. Que o embale, agora.

Eduardo Guimarães.
A verdade riu por último


Eles continuam se achando mais espertos do que a própria esperteza. Agem como se estivessem ganhando de goleada, como se sua estratégia fosse um sucesso total. Agora estão infestando suas páginas impressas, suas telas de computador e de tevê e os seus áudios com mais mentiras, com mais comparações sem pé nem cabeça, tentando equiparar os únicos mensalões existentes, que são o do PSDB e o do DEM, com a invenção de Serra, de FHC e dos seus jornais, revistas, tevês e portais de internet sobre um fictício “mensalão” do PT.

Eles tentam passar para a população a versão delirante de que a Justiça seria “petista” e de que, por isso, prendeu Arruda e não prendeu os deputados do PT e da base aliada ao governo Lula acusados no âmbito daquele “mensalão”. Deputados sobre os quais, até o momento, tudo o que se sabe é que receberam tantas doações “por fora” quanto os congêneres do PSDB e do DEM em tantas eleições, inexistindo, até o momento, a mais tênue prova de compra de apoio por ordem do chefe petista do poder Executivo federal como as há à farta contra o chefe tucano-pefelê do governo distrital.

Folhas, Globos, Vejas, Estadões e quejandos tentam ver semelhança onde há ironia, ou seja, justo aqueles que desde 2004 vêm se proclamando acusadores do presidente Lula, de seu governo, de seu partido e de seus aliados, são os únicos que, agora, fornecem o único governador de um ente federativo a ser preso durante o exercício de seu mandato em toda a história brasileira, com provas gravadas e filmadas por ordem da Justiça, sem dar margem às mesmas e fortes dúvidas que pesam sobre a acusação de que haveria um “mensalão” que o presidente Lula teria mandado pagar, a exemplo do que está provado que fez José Roberto Arruda.

E é essa a tese desses oposicionistas “moralistas” da imprensa e dos partidos de oposição, de que Lula, como Arruda, teria mandado pagar mesadas em troca de apoio no Legislativo. É disso que falam quando dizem “mensalão do PT”, apesar de que, devido à altíssima credibilidade do presidente da República, esses covardes não têm coragem, como covardes que são, de acusá-lo claramente, simplesmente porque não há provas, simplesmente porque a Justiça nem chegou e nem jamais chegará a apurar contra Lula, contra seu governo, contra seu partido ou contra seus aliados que estes produziram o mesmo que seus acusadores, ora flagrados no Planalto Central.

Em síntese: eles acusam Lula, passaram 5 anos fazendo isso sem parar, com o apoio integral da mídia, mas são eles que, agora, são flagrados roubando, e flagrados sem recurso, sem desculpa, sem dúvida.

E a mídia, com esse “êxito” todo dessa sua estratégia “tabajara”, o que faz? Mais do mesmo, pura e simplesmente mais do que tentou e não conseguiu fazer prevalecer, sempre apostando na burrice que acha que caracteriza um povo que essa gente despreza, como se vê quando lhes “vazam” os áudios de suas conversinhas racistas e classistas nos intervalos de seus telejornais picaretas, mentirosos, falsários, partidarizados, dissimulados etc.

Como venho dizendo aqui neste blog desde o comecinho de 2006, quando o espaço foi fundado, no âmbito daquela tentativa golpista então vigente dos ora flagrados com as calças na mão de derrubarem o presidente-operário com mentiras e sem quaisquer provas, a verdade, senhoras e senhores, é uma força da natureza como o vento ou a chuva e, assim, não pode ser refreada. Ela se infiltra por qualquer brecha possível e imaginável e, ao fim e ao cabo, termina por se impor.

Eduardo Guimarães.
Porque o PSDB não faz um programa comparando FHC com LULA...


Dados atualizados:
Governos Lula X FHC!!
1) Juros Nominais (Taxa Selic):
FHC (2002): 25% ao ano;
Lula (2008): 8,75% ao ano;
2) Inflação (IPCA):
FHC – 12,5% (2002);
Lula – 4,3% (2009);
3) Transações Correntes:
FHC – Déficit de US$ 186,5 Bilhões (1995-2002);
Lula – Superávit de US$ 44 Bilhões (2003-2007);
4) Exportações:
FHC – US$ 60 Bilhões (2002; crescimento de 39% em 8 anos);
Lula – US$ 153 Bilhões (2009; crescimento de 155% em 7 anos));
5) Crescimento Econômico:
FHC – 2,3% ao ano (1995-2002);
Lula – 5,3% ao ano (2004-2008);
6) Empregos Formais:
FHC – 1.700.000 (1995-2002);
Lula – 9.700.000 (2003-2009);
7) Balança Comercial:
FHC – Déficit de US$ 8,7 Bilhões (1995-2002);
Lula – Superávit de US$ 237 Bilhões (2003-2009);
8 Taxa de Desemprego:
FHC – 10,5% (Dezembro de 2002);
Lula – 6,8% (Dezembro de 2009);
9) Risco-País:
FHC – 1550 pontos (Dezembro de 2002);
Lula – 220 pontos (Janeiro de 2010);
10) Reservas Internacionais Líquidas:
FHC – US$ 16 Bilhões (Dezembro de 2002):
Lula – US$ 241 Bilhões (Janeiro de 2010);
11) Relação Dívida/PIB:
FHC – 51,3% do PIB (Dezembro de 2002);
Lula – 43% do PIB (Novembro de 2009);
12) Déficit Público Nominal (inclui despesas com juros):
FHC – 4% do PIB (2002):
Lula – 2% do PIB (2008);
13) Dívida Externa:
FHC – US$ 210 Bilhões (Dezembro de 2002) – 45% do PIB:
Lula – US$ 205 Bilhões (Janeiro de 2008) – Negativa em US$ 36 Bilhões;
14) Salário Mínimo em US$:
FHC – US$ 56 (Dezembro de 2002);
Lula – US$ 275 (Janeiro de 2010).
15) Inflação Acumulada (IPCA):
FHC – 100,6% (1995-2002);
Lula – 45% (2003-2009);
16) Pronaf:
FHC – R$ 2,5 Bilhões (2002);
Lula – R$ 15 Bilhões (2010);
17) ProUni:
FHC – Não existia;
Lula – 470 mil estudantes beneficiados;
18) PIB (em US$):
FHC – US$ 459 Bilhões (2002):
Lula – US$ 1,8 Trilhão (2009):
19) Produção de automóveis:
FHC – 1.791.000 (2002);
Lula – 3.130.000 (2009; crescimento de 74,8%);
20) Produção de máquinas agrícolas:
FHC – 52000 (2002):
Lula – 65000 (2007; crescimento de 25%);
21) Vendas de automóveis zero KM:
FHC – 1.465.000 (2002);
Lula – 3.140.000 (2009; crescimento de 114%);
22) Pagamento de juros da Dívida Externa em % das Exportações anuais:
FHC – 20,3% (2002);
Lula – 10,1% (2009);
23) Renda Per Capita:
FHC – US$ 2859 (2002);
Lula – US$ 9.300 (2009).
24) Coeficiente de Gini (Indica a Distribuição da Renda do Trabalho; quando mais próximo de 0 menor é a concentração da renda):
FHC – redução de 0,602 (1993) para 0,593 (2002);
Lula – redução de 0,593 (2002) para 0,544 (2008).
25) Indice de Pobreza:
FHC – 38,6% (1995); 38,2% (2002) – queda de 0,6 p.p.;
Lula – 38,2% (2002); 25,3 (2008) – queda de 12,9 p.p..
26) Gastos Sociais Públicos (% do PIB):
FHC – 19,2% (1995);
Lula – 21,9 (2005).
27) Pobreza Extrema (fonte: IPEA)
FHC – De 17,3% (1995) caiu para 16,5% (2002) (queda de 0,8 p.p.);
Lula – De 16,5% em 2002 caiu para 8,8% (2008) (queda de 7,7 p.p.).
28) Renda per capita mensal dos 10% mais pobres:
2001 – R$ 34
2008 – R$ 58 (crescimento de 70,6%);
29) Renda per capita mensal dos 10% mais ricos:
2001 – R$ 2316
2008 – R$ 2566 (crescimento 10,8%).
Obs: Assim, entre 2001 e 2008, a renda dos mais pobres cresceu 6,5 vezes mais do que a renda dos mais ricos.

Anselmo Raposo.
Fontes: Banco Central, IBGE, IPEA.
"Não tem país mais preparado para achar o ponto G que o Brasil", diz Lula.

Esse meu presidente é uma Figura, mata o PIG de raiva em seus discursos.
Hoje lula comentou que obras no Rio Grande do Sul, foram suspensas por causa da Pereca. A prereca poderia ficar extinta.
No entanto, depois descobriram que a perereca não corria risco.
- Graça a Deus que a perereca não seria extinta. Perereca não pode ser extinta nunca!- disse o presidente causando risos na plateia.
Em outro trecho, o presidente destacou que o Brasil conquistou espaço importante no cenário internacional fazendo parte de grupos importantes como o G-20, G-4 e G-8.
- Cria um G que o Brasil vai estar lá dentro - disse o presidente, que depois emendou:
- Não tem país mais preparado para achar o ponto G que o Brasil - afirmou, também arrancando risos.
O presidente voltou a usar expressão "merda" em seu discurso. Disse que ao conversar com dirigentes internacionais se pergunta qual deles teve a sua experiência de vida.
- Qual deles teve que acordar de madrugada com água nos calcanhares e disputar espaço com ratos, baratas e merda? Isso nos dá autoridade - afirmou Lula.
Por fim, o presidente disse que quer tomar uísque na solenidade na noite de 31 de dezembro ao se preparar para a posse de seu sucessor. Mas disse também, para a plateia, que se alguém lhe desse uma "caninha" de Goiás poderia tomar.
- Vou te dar agora - alguém sugeriu.
Mas Lula recusou argumentando:
- Não posso receber por causa dos fotógrafos. Uma pessoa chique ganhando cachaça é algo chique. Um metalúrgico, ganhando cachaça, é um cachaceiro - disse o presidente.

Anselmo Raposo
São Paulo - O período de junho de 2003 a julho de 2008 foi a fase de maior expansão para a economia brasileira das últimas três décadas, indica estudo divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). Nesses cinco anos, a indústria se expandiu, as vendas do comércio registraram alta e a geração de emprego e renda cresceram.
A análise foi realizada pelo Comitê de Datação de Ciclos Econômicos, coordenado pelo ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, e teve participação de mais seis economistas.
Segundo o estudo, que considerou dados a partir de 1980, o bom desempenho da economia começou seis meses após a posse do presidente Lula e se prolongou por 61 meses. O segundo melhor período foi entre fevereiro de 1987 e outubro de 1988, na gestão do ex-presidente José Sarney.
O menor período recessivo, de acordo com o levantamento, foi também no governo atual e durou seis meses: de junho de 2008 a janeiro de 2009, quando o país conviveu com a recessão. Mesmo sendo menos afetado do que outros países, o Brasil sofreu nesse período reflexos da crise financeira internacional.
O maior intervalo de baixo desempenho, classificado de recessivo, por se estender por meses seguidos, ocorreu entre junho de 1989 e dezembro de 1991, prolongando-se até janeiro de 1992, num total de 30 meses. Essa fase crítica começou em meio à campanha pela primeira eleição direta para a Presidência da República depois do regime militar (1964-1985).

De acordo com o estudo, nas três décadas analisadas, o Brasil passou por oito ciclos de negócios entre intervalos de fases boas e ruins. Os períodos recessivos duraram, em média, 15,8 meses e os de expansão, 28,7 meses.

Agencia de Notícias.
Se o Brasil tivesse imprensa
Este país está às portas daquela que talvez seja a mais importante campanha eleitoral de sua história. O governo que emergirá das urnas ao fim de outubro próximo estará incumbido de pilotar um país comparável a um bólido de fórmula 1, transbordante de riquezas e centro das atenções do mundo como jamais aconteceu em sua história.
Se o Brasil tivesse imprensa, TODOS os candidatos a presidente da República estariam sendo inquiridos e investigados, questionados por todos os seus atos e palavras e tendo seus desempenhos em cargos públicos devassados em cada detalhe.
Infelizmente, isso não acontece. Entre Dilma Rousseff e José Serra, apenas a ministra-chefe da Casa Civil é questionada e cobrada e investigada. E nem direi que, em sendo candidata – ou pré-candidata – à Presidência, Dilma esteja sendo mais cobrada e fiscalizada do que deveria. Não. O único problema é que seu principal adversário não está recebendo o mesmo tratamento.
Expoente de um governo exitoso, fato internacional e nacionalmente reconhecido por uma maioria massacrante, a ministra tem cada um de seus atos perscrutados com lente de aumento em todos os jornais, telejornais, rádios e programas de televisão possíveis e imagináveis. Todos os dias é acusada de tudo. Todos os dias é desmerecida. Todos os dias tem sua capacidade questionada.
Seu principal adversário, porém, recebe tratamento diametralmente diferente, a ponto de qualquer notícia negativa sobre ele na imprensa ser recebida com surpresa. Isso ocorre devido à total inapetência da imprensa brasileira em dispensar ao governador de São Paulo o mesmo tratamento que à sua provável principal adversária nas próximas eleições.
O Brasil precisa ser informado sobre os problemas da administração do Estado de São Paulo e da capital paulista tanto quanto é informado sobre os problemas do PAC, por exemplo. E não digo que não existam problemas nos dois lados. Seria impossível. No entanto, o governo de São Paulo que aparece nas tevês e nos jornais é quase que exclusivamente o da propaganda do governador.
E problemas não faltam. O Estado está submergindo em água misturada com excrementos; bairros inteiros estão alagados ininterruptamente há quase dois meses; no centro da capital, centenas de zumbis fumam crack à luz do dia e à vista de quem quiser ver; o metrô e o resto do transporte público estão colapsados; centenas de milhares de paulistanos estão sem água há quatro dias; quando chove, enorme parte da capital fica sem luz, às vezes por um dia inteiro...
Os problemas acima mencionados são apenas os mais dramáticos. Nem falei ainda do espancamento de vítimas dos alagamentos que foram para diante da prefeitura do indicado pelo governador paulista para sucedê-lo na administração da capital para pedirem providências por já não agüentaram mais continuar vivendo em casas inundadas por água suja e fezes, uma situação que já vai completando dois meses.
Se o Brasil tivesse imprensa em vez dessa máfia composta dos piores tipos de escroque travestidos de “jornalistas”, o governador José Serra certamente não se elegeria nem para síndico de prédio, pois sua administração é um desastre.
Enquanto isso, a imprensa se ocupa de criticar e difamar ininterruptamente programas e obras do governo federal mundialmente reconhecidos e que inclusive ajudaram o país a sair mais rapidamente da crise, mas só quando essa imprensa não está a repercutir os insultos desesperados dos aliados de Serra ao presidente da República e à sua pré-candidata a ocupar seu cargo a partir do ano que vem.
E quando um único veículo ousa fazer o que nenhum outro fez, quando a TV Brasil pergunta a Serra quando as setecentas mil pessoas que estão há três dias sem água voltarão a poder tomar banho, o governador, o responsável por resolver essa situação, eleito para tanto, pago para tanto pelos cofres públicos, escandaliza-se e se diz vítima de perseguição.
Desacostumado a prestar contas de seus atos publicamente, Serra não pode conviver com o jornalismo e seus questionamentos naturais a ocupantes de cargos públicos. Para ele, para esse déspota dissimulado, quando o assunto é São Paulo jornalismo é não fazer perguntas e não pedir respostas.
O que é mais assustador é que há risco de alguém como Serra pôr as mãos no governo do país sem que reste ninguém para incomodá-lo. Sua eleição se constituiria no mesmo desastre que foi o governo FHC simplesmente porque o Brasil, como naquela época, continua sem imprensa e, assim, não terá como lhe pedir explicações, que se tivessem sido pedidas ao ex-presidente tucano poderiam ter evitado muito sofrimento.
Se o Brasil tivesse imprensa, toda ela estaria ao lado da TV Brasil e contra a atitude antidemocrática e arrogante do governador paulista contra a emissora pública. Infelizmente, o Brasil é um país onde a comunicação é controlada por bandidos.
De Eduardo Guimarães, 10\02\2010.
Mídia sepulta 25 mil mortos da Colômbia

A mídia brasileira adora escancarar as dificuldades, reais e fabricadas, que atingem a Venezuela, Bolívia, Equador e outros países latino-americanos dirigidos por governantes progressistas. Com muito estardalhaço, as redes “privadas” de televisão e os jornalões tradicionais apresentam estas nações como caóticas e miseráveis, comandadas por “populistas autoritários” – o pior dos mundos. Já no caso da Colômbia, cujo presidente narcoterrorista Álvaro Uribe é um capacho dos EUA, até parece que não existem problemas. A tragédia do seu povo quase não aparece nas TVs.

Vários relatórios apontam o país como o pior no ranking mundial dos direitos humanos. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Colômbia é recordista em mortes de lideranças sindicais – 42 mortos somente em 2008. Há também denúncias de assassinatos e perseguições de jornalistas. Até a Promotoria Geral da Colômbia reconheceu recentemente a existência de mais de 25 mil “desaparecidos” – na maioria, líderes sindicais e camponeses. Muitos foram enterrados em valas comuns pelo Exército e pelos paramilitares do grupo de extrema-direita Autodefesas.

“Enterrados sem identificação” em valas comuns

Em recente reportagem reproduzida no sítio da revista Caros Amigos, o jurista Jairo Ramirez, secretário do Comitê Permanente pela Defesa dos Direitos Humanos na Colômbia, descreveu a barbárie vivida pela sofrida nação vizinha. Ele acompanhou uma delegação de parlamentares ingleses ao pequeno povoado de Macarena, situado a 200 quilômetros da capital Bogotá. Na região foi encontrada a maior vala comum da história recente da América Latina, com mais de dois mil mortos “enterrados sem identificação (NN)”. Uma cena que lembra os campos nazistas.

“O que nós vimos causa calafrios”, desabafou o promotor. “O comandante do Exército nos disse que eram guerrilheiros mortos em combate, mas a população nos diz que há inúmeras lideranças camponesas e comunitárias que desapareceram sem deixar rastro”. A localização dos cemitérios clandestinos contou com a “delação” de alguns paramilitares, presumidamente desmobilizados e acolhidos pela controvertida Lei de Justiça e Paz, que garante uma pena simbólica em troca da confissão de seus crimes - um presente de Álvaro Uribe para os mercenários que o apóiam!

“Esquartejar pessoas vivas”

Um dos assassinos, John Rentería, confessou ao promotor e aos familiares das vítimas que ele e seus mercenários enterraram “ao menos 800 pessoas” na propriedade Villa Sandra, na região de Putumayo. “Tinham de esquartejar as pessoas. Todos nas Autodefesas tinham que aprender isso e muitas vezes se fez isso com as pessoas vivas”, confessou. Vários ministros do governo Uribe, inclusive o irmão do presidente, já foram denunciados como participantes do grupo Autodefesas. A bancada governista é composta por vários parlamentares vinculados a este bando terrorista.

O horror de Macarena tem gerado desconforto ao governo Uribe. Até o final do ano passado, os legistas já haviam contabilizado 2.500 cadáveres, dos quais conseguiram identificar apenas 600, que tiverem seus corpos entregues aos familiares. Diante das graves denúncias, a Promotoria decidiu investigar as valas comuns “a partir de março”, pouco antes das eleições presidenciais da Colômbia. Uma delegação espanhola também chegou ao local, no final de janeiro, com o intento de averiguar as chacinas e de produzir um informe especial para o Parlamento Europeu.

Imprensa colonizada e venal

Toda esta tragédia do povo colombiano é simplesmente “sepultada” pela mídia brasileira. Ela prefere não atacar os governantes servis ao imperialismo estadunidense. Colonizada e venal, ela critica apenas as nações que lutam pela soberania e pela integração regional. Nem as denúncias do sociólogo Alfredo Molano, um dos escritores mais influentes da Colômbia hoje exilado na Europa, repercutem nesta mídia “privada”. Na mesma edição da revista Caros Amigos, Molano mostrou o horror vivido na nação vizinha. Mas a mídia prefere o silencio do cemitério. Reproduzo abaixo a breve entrevista:

Qual é a situação das valas comuns na Colômbia?

A própria Promotoria Geral de Nação fala em 25 mil “desaparecidos”, que em algum lugar tem de estar. Há cemitérios clandestinos enormes na Colômbia. Também é possível que tenham feito desaparecer muitos restos mortais como nos crematórios do nazismo.

Estas valas estão relacionadas com os chamados “falsos positivos”?

Sim, tudo isto pode estar relacionado com os “falsos positivos” (colombianos civis assassinados que eram apresentados como “mortos em combate”). O exército os enterrava clandestinamente. Boa parte deles vai ser encontrada nestas valas comuns.

Qual pode ser a magnitude das valas encontradas?

Terrível. Nem nos anos 50 houve na Colômbia tanta brutalidade como a que se evidencia com estas ações dos paramilitares, mas o governo não tem vontade de investigar a fundo e só deixará que apareçam algumas valas. Além disso, os prazos são elásticos e as dificuldades técnicas para as identificações, como provas químicas e DNA são enormes.

http://altamiroborges.blogspot.com/2010/02/midia-sepulta-25-mil-mortos-da-colombia.html
A imprensa manipulando a notícia.

Fiquem alerta.

Veja o que diz o G1 da Globo

(Uma primeira versão desta reportagem dizia que Lula tinha lamentado a prisão de Arruda. Posteriormente, o assessor ligou para explicar que Lula teria achado a stuação que levou à prisão lamentável.) Leia aqui Ou seja, a Globo desmente a Globo

A verdade é que, a imprensa manipulou a notícia

O Presidente Lula lamentou as circunstâncias que levaram à decisão da Justiça de decretar a prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e não a detenção de Arruda. A correção terá o mesmo destaque no site da Globo? A UOL já retirou a matéria mentirosa..

Impressiona a capacidade de setores da mída e da oposição de distorcer as palavras do Presidente Lula. Esse pessoal acha que somos todos burros!

O Presidente Lula foi comunicado pelo diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Correa, sobre as circunstâncias em que ocorreu a prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.

Lula quis saber como foi o processo de prisão.De acordo com auxiliares, a avaliação do Presidente Lula é de que esse tipo de "tragédia" não ajuda no processo democrático e que "ninguém é sádico, ninguém está feliz" com a prisão de Arruda. No entanto, acrescentam as fontes, se o governador cometeu erros e a Justiça quer que ele pague, é assim que tem que ser.

As mesmas fontes acrescentaram que ninguém no Palácio do Planalto está trabalhando com a possibilidade de intervenção federal no Distrito Federal até porque, na ausência do governador, quem assume é o vice-governador.

No entanto, o presidente Lula estaria disposto a fazer o que puder para apoiar a reestruturação do governo do Distrito Federal (GDF), para que continue a funcionar enquanto governo. Lula também teria lamentado que tudo isso estivesse acontecendo nos 50 anos de Brasília, pois, para a cidade, isso é muito

Se o Brasil tivesse imprensa

Este país está às portas daquela que talvez seja a mais importante campanha eleitoral de sua história. O governo que emergirá das urnas ao fim de outubro próximo estará incumbido de pilotar um país comparável a um bólido de fórmula 1, transbordante de riquezas e centro das atenções do mundo como jamais aconteceu em sua história.

Se o Brasil tivesse imprensa, TODOS os candidatos a presidente da República estariam sendo inquiridos e investigados, questionados por todos os seus atos e palavras e tendo seus desempenhos em cargos públicos devassados em cada detalhe.

Infelizmente, isso não acontece. Entre Dilma Rousseff e José Serra, apenas a ministra-chefe da Casa Civil é questionada e cobrada e investigada. E nem direi que, em sendo candidata – ou pré-candidata – à Presidência, Dilma esteja sendo mais cobrada e fiscalizada do que deveria. Não. O único problema é que seu principal adversário não está recebendo o mesmo tratamento.

Expoente de um governo exitoso, fato internacional e nacionalmente reconhecido por uma maioria massacrante, a ministra tem cada um de seus atos perscrutados com lente de aumento em todos os jornais, telejornais, rádios e programas de televisão possíveis e imagináveis. Todos os dias é acusada de tudo. Todos os dias é desmerecida. Todos os dias tem sua capacidade questionada.

Seu principal adversário, porém, recebe tratamento diametralmente diferente, a ponto de qualquer notícia negativa sobre ele na imprensa ser recebida com surpresa. Isso ocorre devido à total inapetência da imprensa brasileira em dispensar ao governador de São Paulo o mesmo tratamento que à sua provável principal adversária nas próximas eleições.

O Brasil precisa ser informado sobre os problemas da administração do Estado de São Paulo e da capital paulista tanto quanto é informado sobre os problemas do PAC, por exemplo. E não digo que não existam problemas nos dois lados. Seria impossível. No entanto, o governo de São Paulo que aparece nas tevês e nos jornais é quase que exclusivamente o da propaganda do governador.

E problemas não faltam. O Estado está submergindo em água misturada com excrementos; bairros inteiros estão alagados ininterruptamente há quase dois meses; no centro da capital, centenas de zumbis fumam crack à luz do dia e à vista de quem quiser ver; o metrô e o resto do transporte público estão colapsados; centenas de milhares de paulistanos estão sem água há quatro dias; quando chove, enorme parte da capital fica sem luz, às vezes por um dia inteiro...

Os problemas acima mencionados são apenas os mais dramáticos. Nem falei ainda do espancamento de vítimas dos alagamentos que foram para diante da prefeitura do indicado pelo governador paulista para sucedê-lo na administração da capital para pedirem providências por já não agüentaram mais continuar vivendo em casas inundadas por água suja e fezes, uma situação que já vai completando dois meses.

Se o Brasil tivesse imprensa em vez dessa máfia composta dos piores tipos de escroque travestidos de “jornalistas”, o governador José Serra certamente não se elegeria nem para síndico de prédio, pois sua administração é um desastre.

Enquanto isso, a imprensa se ocupa de criticar e difamar ininterruptamente programas e obras do governo federal mundialmente reconhecidos e que inclusive ajudaram o país a sair mais rapidamente da crise, mas só quando essa imprensa não está a repercutir os insultos desesperados dos aliados de Serra ao presidente da República e à sua pré-candidata a ocupar seu cargo a partir do ano que vem.

E quando um único veículo ousa fazer o que nenhum outro fez, quando a TV Brasil pergunta a Serra quando as setecentas mil pessoas que estão há três dias sem água voltarão a poder tomar banho, o governador, o responsável por resolver essa situação, eleito para tanto, pago para tanto pelos cofres públicos, escandaliza-se e se diz vítima de perseguição.

Desacostumado a prestar contas de seus atos publicamente, Serra não pode conviver com o jornalismo e seus questionamentos naturais a ocupantes de cargos públicos. Para ele, para esse déspota dissimulado, quando o assunto é São Paulo jornalismo é não fazer perguntas e não pedir respostas.

O que é mais assustador é que há risco de alguém como Serra pôr as mãos no governo do país sem que reste ninguém para incomodá-lo. Sua eleição se constituiria no mesmo desastre que foi o governo FHC simplesmente porque o Brasil, como naquela época, continua sem imprensa e, assim, não terá como lhe pedir explicações, que se tivessem sido pedidas ao ex-presidente tucano poderiam ter evitado muito sofrimento.

Se o Brasil tivesse imprensa, toda ela estaria ao lado da TV Brasil e contra a atitude antidemocrática e arrogante do governador paulista contra a emissora pública. Infelizmente, o Brasil é um país onde a comunicação é controlada por bandidos.

De Eduardo Guimarães, 10\02\2010.